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Práticas de mensuração seguidas pelas empresas em Portugal para as propriedades de investimento: influência da auditoria externa e setor de atividade na opção pelo justo valor

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A mensuração das propriedades de investimento pode assentar no modelo do custo ou do justo valor e o exercício desta opção encontra justificação na diversidade existente nos diferentes sistemas contabilísticos. É no quadro destas opções que se desenvolve este estudo que tem como objetivo compreender o que motiva as empresas a optarem pelo justo valor, em particular as do setor financeiro, e, adicionalmente, perceber como se comportam os seus auditores externos perante tal situação na medida em que em Portugal não há um mercado ativo para a valorização da propriedade imobiliária. Utilizámos um conjunto de empresas e os resultados permitem concluir que as empresas do setor financeiro apresentam maior apetência para a utilização do justo valor, não obstante esta opção ter associado mais trabalho e um custo mais elevado e se traduzir numa valorização subjetiva, porque obtidos com recurso a critérios alternativos, mas que os auditores tendem a ignorar.
Autores principais:Pires, Amélia M.M.
Outros Autores:Rodrigues, Fernando J.P.A.; Semedo, Wandilay
Assunto:Mensuração Propriedade de investimento Custo histórico Justo valor
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A mensuração das propriedades de investimento pode assentar no modelo do custo ou do justo valor e o exercício desta opção encontra justificação na diversidade existente nos diferentes sistemas contabilísticos. É no quadro destas opções que se desenvolve este estudo que tem como objetivo compreender o que motiva as empresas a optarem pelo justo valor, em particular as do setor financeiro, e, adicionalmente, perceber como se comportam os seus auditores externos perante tal situação na medida em que em Portugal não há um mercado ativo para a valorização da propriedade imobiliária. Utilizámos um conjunto de empresas e os resultados permitem concluir que as empresas do setor financeiro apresentam maior apetência para a utilização do justo valor, não obstante esta opção ter associado mais trabalho e um custo mais elevado e se traduzir numa valorização subjetiva, porque obtidos com recurso a critérios alternativos, mas que os auditores tendem a ignorar.