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Diagnóstico inteligente de patologias da laringe

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Resumo:A deteção automática de patologias da laringe permite fazer um diagnóstico rápido, barato e de forma não invasiva. Ao longo deste trabalho foram estudados vários tipos de parâmetros, sistemas de inteligência artificial e técnicas de seleção de variáveis que possam permitir a deteção de patologias das cordas vocais. Foram utilizados um primeiro conjunto de parâmetros constituídos por HNR e quatro medidas de jitter e shimmer. Foi avaliada a capacidade de predição deste conjunto de parâmetros quando usados com apenas uma vogal e um tom e quando usados com varias vogais e vários tons. Foi estudado um segundo conjunto de parâmetros onde constam 12 coeficientes cepstrais, frequências e larguras de banda dos três primeiros formantes, frequência fundamental, energia, potencia, momentos espectrais de ordem zero, um, dois, três e curtose. Isto serviu para aferir a utilidade de outro tipo parâmetros na deteção de patologias da laringe. Devido á grande quantidade de parâmetros e para melhor compreender a utilidade de alguns foram aplicadas técnicas de seleção de variáveis e redução da dimensão como a regressão linear passo a passo e análise das componentes principais (PCA). Foram utilizados dois tipos de sistemas inteligentes que depois de treinados permitiam a classificação em patológico ou saudável, as redes neuronais artificiais (RNA) e máquinas de vetor de suporte (MVS). Como grupos patológicos foram usadas a disfonia e paralisia das cordas vocais, separadas por género. Na classificação como patológico ou saudável, usando o primeiro conjunto de parâmetros (HNR, quatro medidas de jitter e shimmer para três vogais e três tons diferentes), foi possível obter precisões de: 100% usando tanto a disfonia feminino como masculino como grupo patológico; 78,9% usando a paralisia feminino como grupo patológico; 81,8% usando a paralisia masculino como grupo patológico.
Autores principais:Alves, Nuno Filipe Ribeiro
Assunto:Patologias da laringe Deteção automática Redes neuronais artificias Máquinas de vetor de suporte
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A deteção automática de patologias da laringe permite fazer um diagnóstico rápido, barato e de forma não invasiva. Ao longo deste trabalho foram estudados vários tipos de parâmetros, sistemas de inteligência artificial e técnicas de seleção de variáveis que possam permitir a deteção de patologias das cordas vocais. Foram utilizados um primeiro conjunto de parâmetros constituídos por HNR e quatro medidas de jitter e shimmer. Foi avaliada a capacidade de predição deste conjunto de parâmetros quando usados com apenas uma vogal e um tom e quando usados com varias vogais e vários tons. Foi estudado um segundo conjunto de parâmetros onde constam 12 coeficientes cepstrais, frequências e larguras de banda dos três primeiros formantes, frequência fundamental, energia, potencia, momentos espectrais de ordem zero, um, dois, três e curtose. Isto serviu para aferir a utilidade de outro tipo parâmetros na deteção de patologias da laringe. Devido á grande quantidade de parâmetros e para melhor compreender a utilidade de alguns foram aplicadas técnicas de seleção de variáveis e redução da dimensão como a regressão linear passo a passo e análise das componentes principais (PCA). Foram utilizados dois tipos de sistemas inteligentes que depois de treinados permitiam a classificação em patológico ou saudável, as redes neuronais artificiais (RNA) e máquinas de vetor de suporte (MVS). Como grupos patológicos foram usadas a disfonia e paralisia das cordas vocais, separadas por género. Na classificação como patológico ou saudável, usando o primeiro conjunto de parâmetros (HNR, quatro medidas de jitter e shimmer para três vogais e três tons diferentes), foi possível obter precisões de: 100% usando tanto a disfonia feminino como masculino como grupo patológico; 78,9% usando a paralisia feminino como grupo patológico; 81,8% usando a paralisia masculino como grupo patológico.