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Do combustível a recurso forrageiro: realidade, possibilidade ou miragem?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Estratégia Nacional para as Florestas (ENF), no seu eixo estruturante - minimização dos riscos dos incêndios e agentes bióticos - prevê a gestão de combustíveis através do pastoreio como medida de redução das áreas de matos com incêndios no verão. A promoção desta “nova-velha” arte de gestão dos combustíveis pressupõe que os combustíveis possam ser percebidos como recursos alimentares, tanto por herbívoros como por pastores que ao assumirem a condução dos rebanhos selecionam o território a pastorear. Os combustíveis nem sempre são percecionados como recursos alimentares porque não são selecionados à escala da comunidade ou da paisagem. Neste trabalho pretende-se evidenciar que quando a inflamabilidade tem um padrão divergente da palatibilidade, o consumo dos materiais vegetais combustíveis precisa de ser equacionado como uma prestação de serviço do rebanho.
Autores principais:Castro, Marina
Outros Autores:Fernández-Núñez, Esther
Assunto:Palatabilidade Inflamabilidade Áreas de montanha Norte de Portugal Pastoreio
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:póster em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A Estratégia Nacional para as Florestas (ENF), no seu eixo estruturante - minimização dos riscos dos incêndios e agentes bióticos - prevê a gestão de combustíveis através do pastoreio como medida de redução das áreas de matos com incêndios no verão. A promoção desta “nova-velha” arte de gestão dos combustíveis pressupõe que os combustíveis possam ser percebidos como recursos alimentares, tanto por herbívoros como por pastores que ao assumirem a condução dos rebanhos selecionam o território a pastorear. Os combustíveis nem sempre são percecionados como recursos alimentares porque não são selecionados à escala da comunidade ou da paisagem. Neste trabalho pretende-se evidenciar que quando a inflamabilidade tem um padrão divergente da palatibilidade, o consumo dos materiais vegetais combustíveis precisa de ser equacionado como uma prestação de serviço do rebanho.