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Bragança+: uma iniciativa para promover a acessibilidade sensorial no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com a crescente influência dos Estudos da Tradução e a sua relevância na investigação das diferentes modalidades, a Tradução Audiovisual tem desenvolvido um papel importante no que se refere a mediação, garantindo o direito ao acesso das pessoas com deficiência visual e auditiva nos espaços artístico-culturais. À vista disso, o presente trabalho configura-se como relatório de projeto, fundamentado a partir dos pressupostos teóricos da Tradução Audiovisual aplicados no âmbito museológico. Através da audiodescrição, uma das ferramentas utilizadas para inclusão, foi possível implementar a acessibilidade sensorial para públicos cegos e com baixa visão nas exposições Humanidade e Olhos azuis do mar, patentes no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, e na exposição Metamorfoses da Humanidade no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e no Museu Nacional Soares dos Reis, pelo intermédio de recursos de baixo custo. Ademais da implementação da audiodescrição nos museus citados anteriormente, serão apresentadas algumas experiências vivenciadas dentro e fora do contexto português, para além de atividades paralelas desenvolvidas a fim de complementar este projeto.
Autores principais:Freitas, Ingrid Souza
Assunto:Tradução audiovisual Acessibilidade Audiodescrição museológica
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Com a crescente influência dos Estudos da Tradução e a sua relevância na investigação das diferentes modalidades, a Tradução Audiovisual tem desenvolvido um papel importante no que se refere a mediação, garantindo o direito ao acesso das pessoas com deficiência visual e auditiva nos espaços artístico-culturais. À vista disso, o presente trabalho configura-se como relatório de projeto, fundamentado a partir dos pressupostos teóricos da Tradução Audiovisual aplicados no âmbito museológico. Através da audiodescrição, uma das ferramentas utilizadas para inclusão, foi possível implementar a acessibilidade sensorial para públicos cegos e com baixa visão nas exposições Humanidade e Olhos azuis do mar, patentes no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, e na exposição Metamorfoses da Humanidade no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e no Museu Nacional Soares dos Reis, pelo intermédio de recursos de baixo custo. Ademais da implementação da audiodescrição nos museus citados anteriormente, serão apresentadas algumas experiências vivenciadas dentro e fora do contexto português, para além de atividades paralelas desenvolvidas a fim de complementar este projeto.