Publicação
O papel das folhosas e dos povoamentos mistos nos planos regionais de ordenamento florestal
| Resumo: | Os Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF) são instrumentos de política sectorial tendo como base territorial de referência as unidades de nível III da nomenclatura das unidades territoriais para fins estatísticos (NUTS) e incidem exclusivamente sobre os espaços florestais, devendo contemplar: a) A avaliação das potencialidades dos espaços florestais, do ponto de vista dos seus usos dominantes; b) A definição do elenco das espécies a privilegiar nas acções de expansão ou reconversão do património florestal; c) A identificação dos modelos gerais de silvicultura e de gestão de recursos mais adequados; d) A definição das áreas críticas do ponto de vista do risco de incêndio, da sensibilidade à erosão e da importância ecológica, social e cultural, bem como das normas específicas de silvicultura e de utilização sustentada de recursos a aplicar nestes espaços. |
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| Autores principais: | Nunes, Luís |
| Outros Autores: | Rego, Francisco; Monteiro, Maria do Loreto; Patrício, Maria Sameiro |
| Assunto: | Ordenamento florestal Povoamentos mistos |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | póster em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Os Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF) são instrumentos de política sectorial tendo como base territorial de referência as unidades de nível III da nomenclatura das unidades territoriais para fins estatísticos (NUTS) e incidem exclusivamente sobre os espaços florestais, devendo contemplar: a) A avaliação das potencialidades dos espaços florestais, do ponto de vista dos seus usos dominantes; b) A definição do elenco das espécies a privilegiar nas acções de expansão ou reconversão do património florestal; c) A identificação dos modelos gerais de silvicultura e de gestão de recursos mais adequados; d) A definição das áreas críticas do ponto de vista do risco de incêndio, da sensibilidade à erosão e da importância ecológica, social e cultural, bem como das normas específicas de silvicultura e de utilização sustentada de recursos a aplicar nestes espaços. |
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