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Gestão da vegetação herbácea em vinha e olival

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No âmbito da protecção das culturas, a vegetação espontânea deve ser vista como um problema sanitário crónico, na medida em que todos os anos sem excepção é necessário estabelecer medidas para o seu combate. Em culturas perenes, como a vinha e o olival, as infestantes competem pelos recursos, designadamente pela água e nutrientes. Adicionalmente podem modificar o microclima junto à canópia, com agravamento de outros problemas sanitários, e serem hospedeiros de organismos nocivos, se bem que também de organismos auxiliares. As infestantes são habitualmente combatidas por processos mecânicos, com mobilizações e/ou através do corte, ou recorrendo ao uso de herbicidas. Outros métodos, como o uso de chama, vapor de água quente ou radiação infravermelha, não têm ainda condições para se generalizarem, por serem métodos caros e/ou de reduzida eficácia no combate às infestantes.
Autores principais:Rodrigues, M.A.
Outros Autores:Cordeiro, A. Alexandra; Arrobas, Margarida
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:No âmbito da protecção das culturas, a vegetação espontânea deve ser vista como um problema sanitário crónico, na medida em que todos os anos sem excepção é necessário estabelecer medidas para o seu combate. Em culturas perenes, como a vinha e o olival, as infestantes competem pelos recursos, designadamente pela água e nutrientes. Adicionalmente podem modificar o microclima junto à canópia, com agravamento de outros problemas sanitários, e serem hospedeiros de organismos nocivos, se bem que também de organismos auxiliares. As infestantes são habitualmente combatidas por processos mecânicos, com mobilizações e/ou através do corte, ou recorrendo ao uso de herbicidas. Outros métodos, como o uso de chama, vapor de água quente ou radiação infravermelha, não têm ainda condições para se generalizarem, por serem métodos caros e/ou de reduzida eficácia no combate às infestantes.