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Conhecimentos, preferências e hábitos de consumo relativamente ao azeite em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O mercado mundial de azeite apresenta um elevado dinamismo, com um crescimento significativo na produção e consumo, impulsionado pelo reconhecimento das suas qualidades nutricionais e benefícios para a saúde humana. Em Portugal, o setor olivícola assume uma importância económica crescente, estimulado pelo reconhecimento nacional e internacional da qualidade do azeite português. Com esta investigação pretendeu-se compreender o comportamento dos consumidores de azeite em Portugal. Foi realizado um estudo transversal com base numa amostra de 1203 indivíduos. Os resultados ilustram o hábito enraizado de consumo de azeite, com predominância dos circuitos curtos de comercialização. Os fatores mais valorizados na compra/consumo de azeite foram o benefício para a saúde, o sabor e aroma, o respeito pelo ambiente, o valor nutricional e a região de origem. Quanto às preferências dos consumidores, os inquiridos favorecem o consumo de azeite nacional e apenas 1,6% dos inquiridos afirmaram não se importar com a origem do azeite consumido. No que respeita ao tipo de azeite normalmente consumido, o azeite favorito é virgem extra (69%), seguido do azeite virgem, azeite de quinta e azeite com denominação de origem protegida (30%). Os azeites biológicos (21,4%), monovarietal (9%) e de oliveiras centenárias (12,7%) também são frequentemente procurados.
Autores principais:Cabo, Paula
Outros Autores:Pereira, J.A.; Rodrigues, Nuno; Baptista, Paula
Assunto:Azeite Consumidor Comportamento Preferências
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O mercado mundial de azeite apresenta um elevado dinamismo, com um crescimento significativo na produção e consumo, impulsionado pelo reconhecimento das suas qualidades nutricionais e benefícios para a saúde humana. Em Portugal, o setor olivícola assume uma importância económica crescente, estimulado pelo reconhecimento nacional e internacional da qualidade do azeite português. Com esta investigação pretendeu-se compreender o comportamento dos consumidores de azeite em Portugal. Foi realizado um estudo transversal com base numa amostra de 1203 indivíduos. Os resultados ilustram o hábito enraizado de consumo de azeite, com predominância dos circuitos curtos de comercialização. Os fatores mais valorizados na compra/consumo de azeite foram o benefício para a saúde, o sabor e aroma, o respeito pelo ambiente, o valor nutricional e a região de origem. Quanto às preferências dos consumidores, os inquiridos favorecem o consumo de azeite nacional e apenas 1,6% dos inquiridos afirmaram não se importar com a origem do azeite consumido. No que respeita ao tipo de azeite normalmente consumido, o azeite favorito é virgem extra (69%), seguido do azeite virgem, azeite de quinta e azeite com denominação de origem protegida (30%). Os azeites biológicos (21,4%), monovarietal (9%) e de oliveiras centenárias (12,7%) também são frequentemente procurados.