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Fatores a ponderar na compra de edifícios antigos para reabilitar em centros históricos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Muitos dos bairros edificados recentemente demoram anos até estarem consolidados com infraestruturas, amenidades, transportes públicos, espaços públicos, entre outros. Em contrapartida, os centros históricos são locais consolidados nestes e noutros requisitos. Já os edifícios dos centros históricos não têm a procura desejável para habitação, sendo conotados como detentores de patologias, sem condições de segurança, conforto, salubridade, funcionalidade, entre outras. No âmbito de um projeto de investigação desenvolveu-se uma metodologia com 50 parâmetros em forma de guião com apoio à tomada de decisão no processo de reabilitação de edifícios antigos em centros históricos. Cada parâmetro atende à legislação, condicionantes e práticas de intervenção, ordenando-se as práticas de menos a mais sustentáveis. Este artigo descreve os parâmetros que devem ser atendidos na opção de compra, salientando-se aspetos da envolvente, diagnósticos preliminares, viabilidade económica. A aplicação destes parâmetros foi analisada num estudo de caso com a consulta de 7 projetos de reabilitação de edifícios. Os projetos analisados são omissos na maioria destes parâmetros. Parte das respostas foram obtidas “in situ”, o que permitiu desmistificar anomalias omissas em projeto, soluções de projeto menos próprias e em alguns casos superiores às necessárias. Este estudo foi complementado com entrevistas que demonstram a importância de ponderação destes parâmetros não só aquando da compra, mas como condicionantes na execução.
Autores principais:Oliveira, Rui
Outros Autores:Abreu, Maria Isabel; Lopes, Jorge
Assunto:Reabilitação Patologias Parâmetros Práticas de intervenção Sustentabilidade
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Muitos dos bairros edificados recentemente demoram anos até estarem consolidados com infraestruturas, amenidades, transportes públicos, espaços públicos, entre outros. Em contrapartida, os centros históricos são locais consolidados nestes e noutros requisitos. Já os edifícios dos centros históricos não têm a procura desejável para habitação, sendo conotados como detentores de patologias, sem condições de segurança, conforto, salubridade, funcionalidade, entre outras. No âmbito de um projeto de investigação desenvolveu-se uma metodologia com 50 parâmetros em forma de guião com apoio à tomada de decisão no processo de reabilitação de edifícios antigos em centros históricos. Cada parâmetro atende à legislação, condicionantes e práticas de intervenção, ordenando-se as práticas de menos a mais sustentáveis. Este artigo descreve os parâmetros que devem ser atendidos na opção de compra, salientando-se aspetos da envolvente, diagnósticos preliminares, viabilidade económica. A aplicação destes parâmetros foi analisada num estudo de caso com a consulta de 7 projetos de reabilitação de edifícios. Os projetos analisados são omissos na maioria destes parâmetros. Parte das respostas foram obtidas “in situ”, o que permitiu desmistificar anomalias omissas em projeto, soluções de projeto menos próprias e em alguns casos superiores às necessárias. Este estudo foi complementado com entrevistas que demonstram a importância de ponderação destes parâmetros não só aquando da compra, mas como condicionantes na execução.