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A sexualidade na pessoa idosa: combatendo mitos e estereótipos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Contrariando os estereótipos negativos associados à sexualidade dos mais idosos, que frequentemente vemos veiculados na sociedade, estudos comprovam que a sexualidade é vivenciada em idades mais avançadas. Sendo certo que o processo de envelhecimento acarreta alterações morfológicas, fisiológicas e psicossociais, estas não se iniciam no mesmo momento, nem atingem de igual forma todas as pessoas, negando que todos os idosos se assemelham, por outro lado muitas destas alterações podem ser minimizadas, compensadas. Para além das alterações decorrentes da idade, outros fatores podem influenciar fortemente a vivência da sexualidade, tais como os psicossociais, culturais, patológicos, farmacológicos, ambientais, a perda do parceiro sexual, entre outros. Estudos acerca da autopercepção da sexualidade na população idosa colocam em evidência que, quer o modelo coital, quer o modelo do prazer, podem estar presentes em idades mais avançadas, sendo considerado pela maioria como necessária. Os profissionais que lidam com os idosos devem abordar a sexualidade sem tabus, apostando na desconstrução dos mitos e estereótipos, em prole da qualidade de vida dos mesmos.
Autores principais:Magalhães, Carlos Pires
Outros Autores:Fernandes, Hélder; Afonso, Carlos
Assunto:Idosos Velhice Sexualidade Estereótipos
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Contrariando os estereótipos negativos associados à sexualidade dos mais idosos, que frequentemente vemos veiculados na sociedade, estudos comprovam que a sexualidade é vivenciada em idades mais avançadas. Sendo certo que o processo de envelhecimento acarreta alterações morfológicas, fisiológicas e psicossociais, estas não se iniciam no mesmo momento, nem atingem de igual forma todas as pessoas, negando que todos os idosos se assemelham, por outro lado muitas destas alterações podem ser minimizadas, compensadas. Para além das alterações decorrentes da idade, outros fatores podem influenciar fortemente a vivência da sexualidade, tais como os psicossociais, culturais, patológicos, farmacológicos, ambientais, a perda do parceiro sexual, entre outros. Estudos acerca da autopercepção da sexualidade na população idosa colocam em evidência que, quer o modelo coital, quer o modelo do prazer, podem estar presentes em idades mais avançadas, sendo considerado pela maioria como necessária. Os profissionais que lidam com os idosos devem abordar a sexualidade sem tabus, apostando na desconstrução dos mitos e estereótipos, em prole da qualidade de vida dos mesmos.