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Controlo das descargas de instalações industriais potencialmente contaminadas por metais tóxicos usando musgos aquáticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Experiências laboratoriais foram realizadas para estudar a bioacumulação/eliminação e a biossorção de Cd, Cr, Pb e Zn pelo musgo aquático F. antipyretica. A remoção de metais tóxicos de efluentes tem sido levada a cabo recorrendo a diversas técnicas, dispendiosas e/ou pouco eficientes para soluções diluídas. A biossorção, processo em que materiais naturais ou seus derivados são usados na remoção e recuperação de metais tóxicos, tem demonstrado constituir um tratamento alternativo competitivo, pelo que os respectivos parâmetros cinéticos e de equilíbrio devem ser bem conhecidos, de modo a prevenir fracassos na sua aplicação. Os musgos relativamente a uma amostragem direta da água permitem uma integração de variações no espaço e no tempo, favorecem o nível de quantificação do contaminante por concentração dos elementos tóxicos e fornecem informação acerca das espécies biodisponíveis. Foram realizadas experiências em contínuo para determinar as cinéticas de acumulação e libertação de metal pelo musgo. Um modelo cinético de transferência de massa de 1ª ordem foi ajustado aos resultados experimentais, sendo determinados fatores de bioconcentração, BCF e de eliminação biológica, BEF.
Autores principais:Martins, Ramiro
Outros Autores:Boaventura, Rui
Assunto:Musgo Metal tóxico Bioacumulação Fontinalis Cinética Modelação
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Experiências laboratoriais foram realizadas para estudar a bioacumulação/eliminação e a biossorção de Cd, Cr, Pb e Zn pelo musgo aquático F. antipyretica. A remoção de metais tóxicos de efluentes tem sido levada a cabo recorrendo a diversas técnicas, dispendiosas e/ou pouco eficientes para soluções diluídas. A biossorção, processo em que materiais naturais ou seus derivados são usados na remoção e recuperação de metais tóxicos, tem demonstrado constituir um tratamento alternativo competitivo, pelo que os respectivos parâmetros cinéticos e de equilíbrio devem ser bem conhecidos, de modo a prevenir fracassos na sua aplicação. Os musgos relativamente a uma amostragem direta da água permitem uma integração de variações no espaço e no tempo, favorecem o nível de quantificação do contaminante por concentração dos elementos tóxicos e fornecem informação acerca das espécies biodisponíveis. Foram realizadas experiências em contínuo para determinar as cinéticas de acumulação e libertação de metal pelo musgo. Um modelo cinético de transferência de massa de 1ª ordem foi ajustado aos resultados experimentais, sendo determinados fatores de bioconcentração, BCF e de eliminação biológica, BEF.