Publicação
Promoção da saúde nas necessidades de saúde especiais em contexto comunitário
| Resumo: | As escolas e as organizações de saúde devem articular-se de forma a atingir objetivos comuns que confluam para o melhor desenvolvimento e aprendizagem das crianças e jovens com necessidades de saúde especiais (NSE). Objetivos: Caraterizar as crianças e jovens com NSE no ano letivo 2018/2019 de dois Agrupamentos de Escolas (AE). Metodologia: Estudo analítico transversal fundamentado no modelo PRECEDE-PROCEED, desenhado numa sequência lógica das fases 1 a 5. Resultados: Nos dois AE, a maioria das crianças e jovens com NSE frequenta o 1º Ciclo do Ensino Básico (n=15 e n=13), sendo que num dos AE o 2º Ciclo do Ensino Básico tem também representatividade (n=14). Do total de alunos inscritos nos AE, as crianças e jovens com NSE significam 6,4% e 2,0% da população. As funções mentais globais (n=43) e específicas (n=38) são os diagnósticos prevalentes. Predominam as famílias nucleares (n=28) e com nível socioeconómico baixo. Dos encarregados de educação, 13,0% referem não ter capacidade para gerir a NSE do educando. Conclusões: Existe incumprimento dos critérios de codificação definidos pelo Decreto-Lei 54/2018, há défice de atualização da codificação pelos médicos de família e há défice de codificação das crianças e jovens com NSE sinalizadas pelos AE. Nas organizações de saúde foram identificadas as necessidades de atualização da codificação das NSE e de melhoria da comunicação com a Equipa de Saúde Escolar. Nos AE verificou-se dificuldade na identificação e gestão de sinais e sintomas nas crianças e jovens com NSE e na articulação com a equipa de saúde. |
|---|---|
| Autores principais: | Galvão, Ana Maria |
| Outros Autores: | Gomes, Maria José; Ramos, Olga Moura |
| Assunto: | Crianças com necessidades educacionais especiais Determinação das necessidades de saúde |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | póster em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | As escolas e as organizações de saúde devem articular-se de forma a atingir objetivos comuns que confluam para o melhor desenvolvimento e aprendizagem das crianças e jovens com necessidades de saúde especiais (NSE). Objetivos: Caraterizar as crianças e jovens com NSE no ano letivo 2018/2019 de dois Agrupamentos de Escolas (AE). Metodologia: Estudo analítico transversal fundamentado no modelo PRECEDE-PROCEED, desenhado numa sequência lógica das fases 1 a 5. Resultados: Nos dois AE, a maioria das crianças e jovens com NSE frequenta o 1º Ciclo do Ensino Básico (n=15 e n=13), sendo que num dos AE o 2º Ciclo do Ensino Básico tem também representatividade (n=14). Do total de alunos inscritos nos AE, as crianças e jovens com NSE significam 6,4% e 2,0% da população. As funções mentais globais (n=43) e específicas (n=38) são os diagnósticos prevalentes. Predominam as famílias nucleares (n=28) e com nível socioeconómico baixo. Dos encarregados de educação, 13,0% referem não ter capacidade para gerir a NSE do educando. Conclusões: Existe incumprimento dos critérios de codificação definidos pelo Decreto-Lei 54/2018, há défice de atualização da codificação pelos médicos de família e há défice de codificação das crianças e jovens com NSE sinalizadas pelos AE. Nas organizações de saúde foram identificadas as necessidades de atualização da codificação das NSE e de melhoria da comunicação com a Equipa de Saúde Escolar. Nos AE verificou-se dificuldade na identificação e gestão de sinais e sintomas nas crianças e jovens com NSE e na articulação com a equipa de saúde. |
|---|