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Estudo comparativo das adaptações fisiológicas agudas durante a exercitação em imersão ao nível do apêndice xifóide e da articulação coxo-femoral

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Resumo:Foi objectivo deste estudo comparar as adaptações fisiológicas agudas de um exercício básico de Hidroginástica realizados a diferentes profundidades (imersão ao nível da articulação coxo-femoral versus ao nível do apêndice xifóide). A amostra foi constituída por 14 sujeito, clinicamente saudáveis e com um nível de actividade física regular. Cada sujeito realizou, um exercício básico de Hidroginástica designado de “Cavalo-Marinho”. Antes e após cada execução de 6 minutos do exercício foi avaliada a percepção subjectiva de esforço (RPE) e a lactatemia ([La-]). Antes, durante e após cada execução foi avaliada a frequência cardíaca máxima durante a exercitação (FC-max), a percentagem de frequência cardíaca máxima teórica atingida durante a exercitação (%FC-max), o máximo consumo de oxigénio durante o período de exercitação (máxVO2) e o dispêndio energético (EE). A RPE, a FC-máx, a %FCmáx, o máxVO2 e o EE foram signifi cativamente superiores durante a exercitação em imersão ao nível da coxo-femoral do que ao nível do apêndice xifóide. A [La-] não apresentou diferenças signifi cativas. Concluindo, as adaptações fi siológicas agudas observadas durante a exercitação em imersão ao nível da articulação coxo-femoral são mais próximas das verifi cadas no meio terrestre do que à profundidade usualmente adoptada nas sessões de Hidroginástica.
Autores principais:Barbosa, Tiago M.
Outros Autores:Garrido, Maria F.; Bragada, José A.
Assunto:Hidroginástica Imersão Frequência cardíaca Dispêndio energético
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Foi objectivo deste estudo comparar as adaptações fisiológicas agudas de um exercício básico de Hidroginástica realizados a diferentes profundidades (imersão ao nível da articulação coxo-femoral versus ao nível do apêndice xifóide). A amostra foi constituída por 14 sujeito, clinicamente saudáveis e com um nível de actividade física regular. Cada sujeito realizou, um exercício básico de Hidroginástica designado de “Cavalo-Marinho”. Antes e após cada execução de 6 minutos do exercício foi avaliada a percepção subjectiva de esforço (RPE) e a lactatemia ([La-]). Antes, durante e após cada execução foi avaliada a frequência cardíaca máxima durante a exercitação (FC-max), a percentagem de frequência cardíaca máxima teórica atingida durante a exercitação (%FC-max), o máximo consumo de oxigénio durante o período de exercitação (máxVO2) e o dispêndio energético (EE). A RPE, a FC-máx, a %FCmáx, o máxVO2 e o EE foram signifi cativamente superiores durante a exercitação em imersão ao nível da coxo-femoral do que ao nível do apêndice xifóide. A [La-] não apresentou diferenças signifi cativas. Concluindo, as adaptações fi siológicas agudas observadas durante a exercitação em imersão ao nível da articulação coxo-femoral são mais próximas das verifi cadas no meio terrestre do que à profundidade usualmente adoptada nas sessões de Hidroginástica.