Publicação
Efeito de um programa de estimulação cognitiva em idosos institucionalizados
| Resumo: | No processo de envelhecimento surgem as alterações cognitivas que causam incapacidades e limitações, nomeadamente, diminuição da mobilidade, tomada de decisão, perda de memória, dificuldade na gestão das rotinas diárias, entre outras. Alguns estudos mostram que a institucionalização pode afetar negativamente a função cognitiva, sendo o resultado do sedentarismo ou falta de incentivo. Contudo, a “estimulação cognitiva” associada à participação em atividades de grupo e discussões procuram melhorar o funcionamento cognitivo. Metodologia: Estudo descritivo, quantitativo e longitudinal, com uma metodologia que envolveu a aplicação de um programa de intervenção na população idosa, com dois momentos de avaliação (antes e após a intervenção de seis semanas) por forma a observar se ocorreram mudanças com o programa aplicado. A questão de investigação procura perceber “Em que medida o declínio cognitivo pode ser minimizado/evitado com um programa de estimulação cognitiva durante a institucionalização?”. Objetivos: 1) Conhecer a capacidade cognitiva, o funcionamento e a qualidade de vida relacionada com a saúde dos idosos institucionalizados, antes e pós aplicação do programa de estimulação cognitiva; 2) Conhecer a prevalência do declínio cognitivo em função das variáveis sociodemográficas; 3) Verificar a associação entre a idade, o tempo de institucionalização e o declínio cognitivo; 4) Explorar a relação entre qualidade de vida relacionada com a saúde e o declínio cognitivo. Resultados: Observou-se um impacto positivo e melhorias significativas entre o antes e após a implementação do programa, especialmente no mini exame do estado mental, no teste do relógio, na escala de medição de qualidade de vida e escala visual analógica do seu estado de saúde (EQ 5D 3L). Conclusões: A intervenção constitui um momento de estimulação, partilha e aprendizagem que se refletiu na qualidade de vida dos idosos. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Maria José da Silva |
| Assunto: | Envelhecimento Institucionalização Declínio cognitivo Reabilitação |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | No processo de envelhecimento surgem as alterações cognitivas que causam incapacidades e limitações, nomeadamente, diminuição da mobilidade, tomada de decisão, perda de memória, dificuldade na gestão das rotinas diárias, entre outras. Alguns estudos mostram que a institucionalização pode afetar negativamente a função cognitiva, sendo o resultado do sedentarismo ou falta de incentivo. Contudo, a “estimulação cognitiva” associada à participação em atividades de grupo e discussões procuram melhorar o funcionamento cognitivo. Metodologia: Estudo descritivo, quantitativo e longitudinal, com uma metodologia que envolveu a aplicação de um programa de intervenção na população idosa, com dois momentos de avaliação (antes e após a intervenção de seis semanas) por forma a observar se ocorreram mudanças com o programa aplicado. A questão de investigação procura perceber “Em que medida o declínio cognitivo pode ser minimizado/evitado com um programa de estimulação cognitiva durante a institucionalização?”. Objetivos: 1) Conhecer a capacidade cognitiva, o funcionamento e a qualidade de vida relacionada com a saúde dos idosos institucionalizados, antes e pós aplicação do programa de estimulação cognitiva; 2) Conhecer a prevalência do declínio cognitivo em função das variáveis sociodemográficas; 3) Verificar a associação entre a idade, o tempo de institucionalização e o declínio cognitivo; 4) Explorar a relação entre qualidade de vida relacionada com a saúde e o declínio cognitivo. Resultados: Observou-se um impacto positivo e melhorias significativas entre o antes e após a implementação do programa, especialmente no mini exame do estado mental, no teste do relógio, na escala de medição de qualidade de vida e escala visual analógica do seu estado de saúde (EQ 5D 3L). Conclusões: A intervenção constitui um momento de estimulação, partilha e aprendizagem que se refletiu na qualidade de vida dos idosos. |
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