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Competência emocional (ce) e local de trabalho: estudo descritivo em tipologias de unidades da rede nacional cuidados continuados (rncc)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apresenta-se aqui um contributo ao reconhecimento da diferença frequencial, relativamente à relação entre CE e local de trabalho (Smith, Profetto-McGrath, Cummings, 2009; Geng, Li & Zhou, 2011). Reconhecer as diferenças de frequência da Competência Emocional (CE) na RNCC. Estudo exploratório, descritivo e comparativo numa amostra 154 enfermeiros de 148 Unidades da RNCC em Portugal, em funções nestas unidades, conforme a seguinte distribuição: na tipologia de Longa Duração (38.3%) da amostra, na de Média e Longa (27,9%), na de Média Duração (13.6%), Convalescença (7,8%), Convalescença e Paliativos ( 3,9%); na de Convalescença, Media e Longa Duração (3,9%), Paliativos (2,6%) e na de Convalescença e Média Duração (1,9%), onde foi aplicada a “Escala Veiga de CE (Veiga Branco 2004, 2007), em que a variável CE, é operacionalizada numa escala de Likert entre 1 a 7, correspondendo: 1=Nunca, 2=Raramente, 3=pouco frequente, 4=Por norma, 5=Frequentemente, 6=Muito frequente e 7=Sempre. A análise descritiva da variável dependente CE foi feita recorrendo ao programa SPSS 19. Os enfermeiros no global das diferentes tipologias de Unidades apresentam “por norma” Competência Emocional, com as seguintes diferenças: em Longa Duração (x=4.16; s=.38); em Convalescença (4.23; s=.40), em Media e Longa (4.24; s=.47); Media (4.25; s=.41); Convalescença e Paliativos (4.30; s=.23); (4.31; s=.33) Convalescença, Media e Longa; (4.31; s=.33), Convalescença e Media (4.37; s=.29); e Paliativos (4.54; s=.28)
Autores principais:Lopes, Tânia Santos
Outros Autores:Veiga-Branco, Augusta
Assunto:Competência emocional Rede nacional cuidados continuados Perfil
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Apresenta-se aqui um contributo ao reconhecimento da diferença frequencial, relativamente à relação entre CE e local de trabalho (Smith, Profetto-McGrath, Cummings, 2009; Geng, Li & Zhou, 2011). Reconhecer as diferenças de frequência da Competência Emocional (CE) na RNCC. Estudo exploratório, descritivo e comparativo numa amostra 154 enfermeiros de 148 Unidades da RNCC em Portugal, em funções nestas unidades, conforme a seguinte distribuição: na tipologia de Longa Duração (38.3%) da amostra, na de Média e Longa (27,9%), na de Média Duração (13.6%), Convalescença (7,8%), Convalescença e Paliativos ( 3,9%); na de Convalescença, Media e Longa Duração (3,9%), Paliativos (2,6%) e na de Convalescença e Média Duração (1,9%), onde foi aplicada a “Escala Veiga de CE (Veiga Branco 2004, 2007), em que a variável CE, é operacionalizada numa escala de Likert entre 1 a 7, correspondendo: 1=Nunca, 2=Raramente, 3=pouco frequente, 4=Por norma, 5=Frequentemente, 6=Muito frequente e 7=Sempre. A análise descritiva da variável dependente CE foi feita recorrendo ao programa SPSS 19. Os enfermeiros no global das diferentes tipologias de Unidades apresentam “por norma” Competência Emocional, com as seguintes diferenças: em Longa Duração (x=4.16; s=.38); em Convalescença (4.23; s=.40), em Media e Longa (4.24; s=.47); Media (4.25; s=.41); Convalescença e Paliativos (4.30; s=.23); (4.31; s=.33) Convalescença, Media e Longa; (4.31; s=.33), Convalescença e Media (4.37; s=.29); e Paliativos (4.54; s=.28)