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Auxiliares de marcha

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A mobilidade é uma condição relativa de movimento, tomando-se numa das capacidades mais importantes da pessoa, uma vez que está estreitamente relacionada com a sua capacidade e habilidade para realizar atividades de vida diária. Esta é fundamental para o desempenho dos auto cuidados e também para garantir a satisfação das necessidades psicossociais que envolvam a qualidade de vida. Segundo a Classificação Internacional para a Prática da Enfermagem (CIPE®), a mobilidade é a "Capacidade para Mobilizar-se" (Conselho Internacional de Enfermeiros, CIPE® Versão 2 - Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem, 2010), definindo a capacidade para mobilizar-se como "Capacidade: Movimento voluntário do corpo" (Conselho Internacional de Enfermeiros, 2010). Como consequência de situações físicas ou clínicas a mobilidade funcional pode sofrer alterações resultantes de determinadas patologias, lesões ou cirurgias, revestindo-se de um carácter negativo com repercussões reconhecidas. A intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem de reabilitação, mais especificamente no treino de exercícios isométricos, mobilizações passivas, ativas, ativas assistidas e ativas resistidas, treino de equilíbrio e de proprioceção, tem uma função importante na preparação dos grupos musculares envolvidos na marcha (Lourenço et aI., 2021). As transferências de peso dos membros superiores e inferiores não afetados para os membros afetados, quando permitido, também são de grande importância, pois promovem a estimulação da sensibilidade postural.
Autores principais:Araújo, Tiago
Outros Autores:Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, Olga
Assunto:Mobilidade Auxiliares de Marcha
Ano:2026
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A mobilidade é uma condição relativa de movimento, tomando-se numa das capacidades mais importantes da pessoa, uma vez que está estreitamente relacionada com a sua capacidade e habilidade para realizar atividades de vida diária. Esta é fundamental para o desempenho dos auto cuidados e também para garantir a satisfação das necessidades psicossociais que envolvam a qualidade de vida. Segundo a Classificação Internacional para a Prática da Enfermagem (CIPE®), a mobilidade é a "Capacidade para Mobilizar-se" (Conselho Internacional de Enfermeiros, CIPE® Versão 2 - Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem, 2010), definindo a capacidade para mobilizar-se como "Capacidade: Movimento voluntário do corpo" (Conselho Internacional de Enfermeiros, 2010). Como consequência de situações físicas ou clínicas a mobilidade funcional pode sofrer alterações resultantes de determinadas patologias, lesões ou cirurgias, revestindo-se de um carácter negativo com repercussões reconhecidas. A intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem de reabilitação, mais especificamente no treino de exercícios isométricos, mobilizações passivas, ativas, ativas assistidas e ativas resistidas, treino de equilíbrio e de proprioceção, tem uma função importante na preparação dos grupos musculares envolvidos na marcha (Lourenço et aI., 2021). As transferências de peso dos membros superiores e inferiores não afetados para os membros afetados, quando permitido, também são de grande importância, pois promovem a estimulação da sensibilidade postural.