Publicação
Diários juvenis em tempos de guerra: de Anne Frank a Zlata Filipovic
| Resumo: | Passados sessenta anos, recorda-se pelo mundo a morte de Anne Frank, a jovem cuja experiência trágica de vida ficou imortalizada nas páginas do seu diário. Propomo-nos fazer uma comunicação que tem como objeto de estudo diários escritos por jovens que viveram e sofreram as sempre trágicas consequências da guerra. Escolhemos para o corpus desta análise três exemplares: O diário de Anne Frank, O diário de Rutka e O diário de Zlata (as duas primeiras morreram em campos de concentração do regime hitleriano e a última viveu e sobreviveu ao longo bombardeamento de Sarajevo). Perseguimos duas linhas complementares: uma, a da análise literária das obras referidas; outra, a da teorização no âmbito das questões genológicas. Assim, perguntamo-nos: que especificidades genológicas apresentam estes diários escritos por jovens em situações tão extraordinárias e dramáticas? Por que motivo escrevem? Ou seja, o que é que as leva a escrever essa sua experiência de vida? Será apenas por uma necessidade catártica? Ou haverá a intenção de ir produzindo um documento que se constitua como testemunha? E como se “joga” a relação entre uma escrita intimista e o registo (quotidiano) de um drama coletivo? Estas são questões que orientam a comunicação que nos propomos apresentar. |
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| Autores principais: | Teixeira, Carlos |
| Assunto: | Diário Guerra |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Passados sessenta anos, recorda-se pelo mundo a morte de Anne Frank, a jovem cuja experiência trágica de vida ficou imortalizada nas páginas do seu diário. Propomo-nos fazer uma comunicação que tem como objeto de estudo diários escritos por jovens que viveram e sofreram as sempre trágicas consequências da guerra. Escolhemos para o corpus desta análise três exemplares: O diário de Anne Frank, O diário de Rutka e O diário de Zlata (as duas primeiras morreram em campos de concentração do regime hitleriano e a última viveu e sobreviveu ao longo bombardeamento de Sarajevo). Perseguimos duas linhas complementares: uma, a da análise literária das obras referidas; outra, a da teorização no âmbito das questões genológicas. Assim, perguntamo-nos: que especificidades genológicas apresentam estes diários escritos por jovens em situações tão extraordinárias e dramáticas? Por que motivo escrevem? Ou seja, o que é que as leva a escrever essa sua experiência de vida? Será apenas por uma necessidade catártica? Ou haverá a intenção de ir produzindo um documento que se constitua como testemunha? E como se “joga” a relação entre uma escrita intimista e o registo (quotidiano) de um drama coletivo? Estas são questões que orientam a comunicação que nos propomos apresentar. |
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