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Ciclo biológico e estragos associados a monosteira, Monosteira unicostata (Mulsant & Rey, 1852), em amendoeira, no Planalto Mirandês

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A monosteira, Monostelro unicostata (Mulsant & Rey, 1852), e considerada uma praga importante da amendoeira. Contudo, em Portugal, são escassos os conhecimentos acerca da sua biologia e dos estragos que ocasiona. Neste sentido, com o presente trabalho pretendeu-se par um lado estudar o cicio biológico do insecto em amendoeira no Planalto Mirandês, e por outro lado proceder a uma avaliação dos estraagos causados pela praga. O trabalho decorreu em 2007 e 2008 num amendoal localizado em Vilarinho dos Galegos (Mogadouro) onde, com periodicidade semanal ou quinzenal, se procedeu a recolha de 20 folhas em 20 árvores para observação (i) da existência de ovos, ninfas e adultos de monosteira e (ii) do numero de folhas com estragos visíveis. Paralelamente, e com periodicidade aproximadamente quinzenal foi realizada a técnica de pancadas em 25 arvores escolhidas aleatoriamente na parcela para quantificação dos adultos da praga.
Autores principais:Pereira, J.A.
Outros Autores:Pereira, S.; Armendáriz, Ignacio; Bento, Albino
Assunto:Monosteira unicostata Amendoeira Ciclo biológico Estragos
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A monosteira, Monostelro unicostata (Mulsant & Rey, 1852), e considerada uma praga importante da amendoeira. Contudo, em Portugal, são escassos os conhecimentos acerca da sua biologia e dos estragos que ocasiona. Neste sentido, com o presente trabalho pretendeu-se par um lado estudar o cicio biológico do insecto em amendoeira no Planalto Mirandês, e por outro lado proceder a uma avaliação dos estraagos causados pela praga. O trabalho decorreu em 2007 e 2008 num amendoal localizado em Vilarinho dos Galegos (Mogadouro) onde, com periodicidade semanal ou quinzenal, se procedeu a recolha de 20 folhas em 20 árvores para observação (i) da existência de ovos, ninfas e adultos de monosteira e (ii) do numero de folhas com estragos visíveis. Paralelamente, e com periodicidade aproximadamente quinzenal foi realizada a técnica de pancadas em 25 arvores escolhidas aleatoriamente na parcela para quantificação dos adultos da praga.