Publicação
As novas orientações curriculares oficiais em matemática: que consequências são (já) visíveis?
| Resumo: | O principal propósito deste painel é proporcionar momentos de reflexão sobre as consequências já visíveis no trabalho matemático dos alunos e dos professores (em especial, no ensino básico) resultantes da introdução das novas orientações curriculares. Que avaliação global pode ser feita do processo de implementação do novo programa do ensino básico? E sobre as orientações para o ensino secundário? Quais as dificuldades mais sentidas pelos professores? E as dificuldades mais reveladas pelos alunos? Reconhecem-se melhorias? Quais? De que tipo? Em que dimensões? E a formação para o programa tem sido a necessária? Como tem chegado às salas de aula? Tem havido ações de acompanhamento? De que natureza? Qual o grau de satisfação dos professores? E dos alunos? E das famílias? Que materiais de apoio têm sido produzidos? Que ajudas de aplicação em aula têm sido concretizadas?... Com toda a certeza, estas serão algumas das questões que atravessarão o debate de modo a compreender melhor as implicações das novas orientações curriculares oficiais em Matemática na vida escolar de professores e alunos. |
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| Autores principais: | Pires, Manuel Vara |
| Assunto: | Matemática |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O principal propósito deste painel é proporcionar momentos de reflexão sobre as consequências já visíveis no trabalho matemático dos alunos e dos professores (em especial, no ensino básico) resultantes da introdução das novas orientações curriculares. Que avaliação global pode ser feita do processo de implementação do novo programa do ensino básico? E sobre as orientações para o ensino secundário? Quais as dificuldades mais sentidas pelos professores? E as dificuldades mais reveladas pelos alunos? Reconhecem-se melhorias? Quais? De que tipo? Em que dimensões? E a formação para o programa tem sido a necessária? Como tem chegado às salas de aula? Tem havido ações de acompanhamento? De que natureza? Qual o grau de satisfação dos professores? E dos alunos? E das famílias? Que materiais de apoio têm sido produzidos? Que ajudas de aplicação em aula têm sido concretizadas?... Com toda a certeza, estas serão algumas das questões que atravessarão o debate de modo a compreender melhor as implicações das novas orientações curriculares oficiais em Matemática na vida escolar de professores e alunos. |
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