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Mortalidade Infantil em Portugal de 1988 a 2014

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos primeiros anos do século XXI, Portugal registou, os valores mais baixos de Mortalidade Infantil (MI) da sua história. No entanto alterações socioeconómicas próprias da crise que o país experienciou nos últimos anos pode deteriorar este indicador de saúde. A avaliação de tendências temporais para detetar alterações indesejáveis da MI é uma ferramenta crucial em saúde pública. Objectivo: Avaliar as tendências temporais da MI e suas componentes (mortalidade neonatal precoce, neonatal tardia e pós-neonatal). Metodologia: Para esta investigação foi necessário a utilização de bases de dados estatísticas como o Instituto Nacional de Estatística e PORDATA. Resultados: Este estudo descritivo, retrospectivo com recurso a dados secundários, verificou que a partir de 1988, a mortalidade infantil é de 13 nados mortos por cada mil habitantes (‰) existiu uma diminuição do número de óbitos em crianças comparativamente a 2014, que apresenta um valor de aproximadamente 3 nados mortos por cada mil habitantes, embora tenha sofrido ligeiras flutuações. Em 2010, foi o ano que obteve o número mais baixo da mortalidade infantil com um valor de 2,5 nados mortos por cada mil pessoas. Conclusão: A mortalidade infantil diminui consideravelmente nos últimos 20 anos em Portugal, sendo que a componente que mais contribui para a diminuição é a mortalidade neonatal com um valor inicial de 8,6 nados mortos por mil habitantes que diminui para 2,1 nados mortos em mil habitantes em 2014.
Autores principais:Costa, Sandi
Outros Autores:Tavares, Marlene; Nogueira, António José M.; Teixeira, Cristina
Assunto:Taxa de mortalidade infantil Taxa de mortalidade neonatal
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Nos primeiros anos do século XXI, Portugal registou, os valores mais baixos de Mortalidade Infantil (MI) da sua história. No entanto alterações socioeconómicas próprias da crise que o país experienciou nos últimos anos pode deteriorar este indicador de saúde. A avaliação de tendências temporais para detetar alterações indesejáveis da MI é uma ferramenta crucial em saúde pública. Objectivo: Avaliar as tendências temporais da MI e suas componentes (mortalidade neonatal precoce, neonatal tardia e pós-neonatal). Metodologia: Para esta investigação foi necessário a utilização de bases de dados estatísticas como o Instituto Nacional de Estatística e PORDATA. Resultados: Este estudo descritivo, retrospectivo com recurso a dados secundários, verificou que a partir de 1988, a mortalidade infantil é de 13 nados mortos por cada mil habitantes (‰) existiu uma diminuição do número de óbitos em crianças comparativamente a 2014, que apresenta um valor de aproximadamente 3 nados mortos por cada mil habitantes, embora tenha sofrido ligeiras flutuações. Em 2010, foi o ano que obteve o número mais baixo da mortalidade infantil com um valor de 2,5 nados mortos por cada mil pessoas. Conclusão: A mortalidade infantil diminui consideravelmente nos últimos 20 anos em Portugal, sendo que a componente que mais contribui para a diminuição é a mortalidade neonatal com um valor inicial de 8,6 nados mortos por mil habitantes que diminui para 2,1 nados mortos em mil habitantes em 2014.