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Consolidação e reforço de paredes antigas de alvenaria de pedra. Injeção com caldas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As paredes de alvenaria de pedra estão presentes em muitos edifícios e monumentos históricos, com valor patrimonial inegável, mas também em edifícios antigos de habitação de construção antigos, tanto em Portugal como na Europa. Grande parte destas edificações em alvenaria encontra-se, em certos casos, num elevado estado de degradação pelo que necessitam de intervenção urgente. Isto requer a identificação das deficiências e a aplicação de técnicas de intervenção apropriadas. No caso particular de intervenções em edifícios antigos, a primeira opção a considerar deve ser a conservação dos materiais existentes, se necessário recorrendo a reparações pontuais, ou a operações de consolidação, mas preservando a integridade do edifício. Uma das técnicas possíveis para trabalhos de consolidação estrutural das paredes de alvenaria de pedra é a injeção de argamassas fluidas. Esta técnica é uma técnica passiva que restitui a integridade ao edifício e melhora a sua capacidade resistente. Um dos problemas desta técnica, para além da reversibilidade, é a escolha da argamassa ou calda de injeção a usar. Os produtos comerciais com este fim apresentam na respetiva ficha técnica informação diferenciada, que dificulta a comparação direta. Além disso, em alguns deles, a informação disponibilizada é limitada pelo que as argamassas fluidas têm sido aplicadas sem conhecimento total das suas propriedades. A decisão na escolha é baseada na experiência da aplicação do produto em outros casos semelhantes, na facilidade de aquisição e transporte ou, ainda, na maioria das vezes, em fatores económicos. Apresenta-se neste trabalho a caraterização do comportamento de quatro caldas comerciais para injeção em alvenaria antiga, em termos de propriedades reológicas e mecânicas, obtida através da realização de ensaios experimentais em laboratório
Autores principais:Luso, Eduarda
Outros Autores:Lourenço, Paulo B.
Assunto:Reabilitação Alvenarias Caldas Injeção
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:As paredes de alvenaria de pedra estão presentes em muitos edifícios e monumentos históricos, com valor patrimonial inegável, mas também em edifícios antigos de habitação de construção antigos, tanto em Portugal como na Europa. Grande parte destas edificações em alvenaria encontra-se, em certos casos, num elevado estado de degradação pelo que necessitam de intervenção urgente. Isto requer a identificação das deficiências e a aplicação de técnicas de intervenção apropriadas. No caso particular de intervenções em edifícios antigos, a primeira opção a considerar deve ser a conservação dos materiais existentes, se necessário recorrendo a reparações pontuais, ou a operações de consolidação, mas preservando a integridade do edifício. Uma das técnicas possíveis para trabalhos de consolidação estrutural das paredes de alvenaria de pedra é a injeção de argamassas fluidas. Esta técnica é uma técnica passiva que restitui a integridade ao edifício e melhora a sua capacidade resistente. Um dos problemas desta técnica, para além da reversibilidade, é a escolha da argamassa ou calda de injeção a usar. Os produtos comerciais com este fim apresentam na respetiva ficha técnica informação diferenciada, que dificulta a comparação direta. Além disso, em alguns deles, a informação disponibilizada é limitada pelo que as argamassas fluidas têm sido aplicadas sem conhecimento total das suas propriedades. A decisão na escolha é baseada na experiência da aplicação do produto em outros casos semelhantes, na facilidade de aquisição e transporte ou, ainda, na maioria das vezes, em fatores económicos. Apresenta-se neste trabalho a caraterização do comportamento de quatro caldas comerciais para injeção em alvenaria antiga, em termos de propriedades reológicas e mecânicas, obtida através da realização de ensaios experimentais em laboratório