Publicação
Segurança no trabalho de colheita mecanizada em olivais de montanha
| Resumo: | Em Portugal uma das principais zonas de produção de azeitona situa-se a Nordeste, em Trás-os-Montes. Nesta região o azeite é maioritariamente de excelente qualidade e assume uma considerável importância económica e social. A mecanização da colheita é adoptada por um número significativo de produtores. A região é montanhosa. A maioria dos olivais está em solos inclinados. Por vezes ao declive é superior a 15%. Este factor aumenta o risco de acidentes com o equipamento de colheita, pondo em risco a segurança no trabalho. O objectivo é revelar algumas soluções adoptadas para manter condições de trabalho seguro e avaliar as consequências na capacidade de trabalho do equipamento de colheita. Métodos Foram realizados trabalhos de campo para comparar três diferentes sistemas de colheita mecânica de azeitona: Sistema I, Sistema II e Sistema III. Em todos um vibrador de troncos destaca a azeitona. A diferença está no procedimento para a recolha da azeitona. No Sistema I a azeitona é recolhida em lonas colocadas sob as árvores e movimentada manualmente. No sistema II a azeitona é recolhida por lonas mecânicas colocadas num semi-reboque. No sistema III um apara frutos recolhe a azeitona. Os trabalhos de campo realizados em olivais de montanha permitiram avaliar o desempenho dos sistemas em condições de trabalho em declive. Resultados O Sistema III é o que revela ser mais vantajoso quando não há disponibilidade suficiente de mão-de-obra para adoptar o Sistema I. Todos os sistemas requerem procedimentos especiais quando trabalham em declives, em especial o Sistema III. Em declives superiores a 15% são necessárias trajectórias alternativas para um trabalho seguro, com consequências na capacidade de trabalho. |
|---|---|
| Autores principais: | Almeida, Arlindo |
| Outros Autores: | Peça, José |
| Assunto: | Olivais Colheita mecânica Declives |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Em Portugal uma das principais zonas de produção de azeitona situa-se a Nordeste, em Trás-os-Montes. Nesta região o azeite é maioritariamente de excelente qualidade e assume uma considerável importância económica e social. A mecanização da colheita é adoptada por um número significativo de produtores. A região é montanhosa. A maioria dos olivais está em solos inclinados. Por vezes ao declive é superior a 15%. Este factor aumenta o risco de acidentes com o equipamento de colheita, pondo em risco a segurança no trabalho. O objectivo é revelar algumas soluções adoptadas para manter condições de trabalho seguro e avaliar as consequências na capacidade de trabalho do equipamento de colheita. Métodos Foram realizados trabalhos de campo para comparar três diferentes sistemas de colheita mecânica de azeitona: Sistema I, Sistema II e Sistema III. Em todos um vibrador de troncos destaca a azeitona. A diferença está no procedimento para a recolha da azeitona. No Sistema I a azeitona é recolhida em lonas colocadas sob as árvores e movimentada manualmente. No sistema II a azeitona é recolhida por lonas mecânicas colocadas num semi-reboque. No sistema III um apara frutos recolhe a azeitona. Os trabalhos de campo realizados em olivais de montanha permitiram avaliar o desempenho dos sistemas em condições de trabalho em declive. Resultados O Sistema III é o que revela ser mais vantajoso quando não há disponibilidade suficiente de mão-de-obra para adoptar o Sistema I. Todos os sistemas requerem procedimentos especiais quando trabalham em declives, em especial o Sistema III. Em declives superiores a 15% são necessárias trajectórias alternativas para um trabalho seguro, com consequências na capacidade de trabalho. |
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