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Resposta pré-hospitalar do enfermeiro da ambulância suporte imediato de vida à pessoa com dor torácica aguda

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Enquadramento: A dor torácica aguda (DTA) é um sintoma comum na pessoa com síndrome coronária aguda (SCA) que requer frequentemente cuidados de emergência.Objetivo: Conhecer o tempo de resposta pré-hospitalar e a atuação do enfermeiro da ambulância suporte imediato de vida nas ocorrências de DTA, na pessoa com suspeita de SCA, relativamente a dois distritos do interior norte de Portugal.Metodologia: Estudo observacional, analítico transversal, retrospetivo, de cariz quantitativo, numa amostra de 75 ocorrências.Resultados: Verificaram-se tempos totais longos na resposta pré-hospitalar, ultrapassando os 95 minutos em ambos os distritos e, no enfarte agudo miocárdio com elevação do segmento ST (EAMCSST), apresentando tempos médios de 131 ± 22,23 minutos, sucedido em 10,66% da amostra total.Os enfermeiros utilizaram o protocolo da dor torácica na generalidade das ocorrências (98,7%), realizaram eletrocardiograma (97,3%) e contribuíram para a melhoria dos sintomas (72%). Conclusão: O enfermeiro é essencial no diagnóstico e controlo da sintomatologia, mas os tempos de resposta, particularmente no EAMCSST, ultrapassam o recomendado para a realização do procedimento de eleição, a angioplastia.
Autores principais:Gonçalves, Bruno Miguel Martins
Outros Autores:Magalhães, Carlos Pires
Assunto:Doenças cardiovasculare Dor no peito Enfermagem em emergência Ambulâncias Atendimento de emergência pré-hospitalar
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Enquadramento: A dor torácica aguda (DTA) é um sintoma comum na pessoa com síndrome coronária aguda (SCA) que requer frequentemente cuidados de emergência.Objetivo: Conhecer o tempo de resposta pré-hospitalar e a atuação do enfermeiro da ambulância suporte imediato de vida nas ocorrências de DTA, na pessoa com suspeita de SCA, relativamente a dois distritos do interior norte de Portugal.Metodologia: Estudo observacional, analítico transversal, retrospetivo, de cariz quantitativo, numa amostra de 75 ocorrências.Resultados: Verificaram-se tempos totais longos na resposta pré-hospitalar, ultrapassando os 95 minutos em ambos os distritos e, no enfarte agudo miocárdio com elevação do segmento ST (EAMCSST), apresentando tempos médios de 131 ± 22,23 minutos, sucedido em 10,66% da amostra total.Os enfermeiros utilizaram o protocolo da dor torácica na generalidade das ocorrências (98,7%), realizaram eletrocardiograma (97,3%) e contribuíram para a melhoria dos sintomas (72%). Conclusão: O enfermeiro é essencial no diagnóstico e controlo da sintomatologia, mas os tempos de resposta, particularmente no EAMCSST, ultrapassam o recomendado para a realização do procedimento de eleição, a angioplastia.