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Gestão do ano vitícola 2021/22 na Quinta do Monte Xisto – Região Demarcada do Douro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Na gestão da cultura da vinha estão envolvidas diversas atividades com a finalidade de se obter uvas sãs para produção de vinho. Sendo a busca da sustentabilidade dos sistemas de produção um constante desafio, é fundamental e necessário otimizar as práticas agrícolas e encontrar novas soluções de futuro eficazes e eficientes que tenham um menor impacto no meio ambiente, mas que garantam também a viabilidade económica desses sistemas. Neste trabalho, desenvolvido na Quinta do Monte Xisto (Vila Nova de Foz Côa), pretende-se compreender e analisar a duração das práticas culturais desenvolvidas ao longo do ciclo cultural da vinha, bem como avaliar novas soluções que possam ser potenciais alternativas ao combate de algumas doenças que afetam a cultura. As atividades foram realizadas em todas as parcelas da quinta, assim como a duração de execução das mesmas. Na parcela Norte Baixo foram aplicadas infusões de flor de castanheiro, esteva, eucalipto e casca de citrino e avaliado o seu potencial antifúngico contra as doenças do míldio (Plasmopara viticola) e do oídio (Uncinula necator) da videira. A incidência e a severidade das doenças foram avaliadas nas folhas e cachos das videiras selecionadas. No ano vitícola de 2021/22 foi necessário um total de 4053 horas para a realização de todas as tarefas na área completa da quinta, sendo as mais exigentes a poda de inverno, a despampa e a vindima. A inclinação do terreno, o vigor das plantas e a casta influenciaram a duração das tarefas realizadas. Relativamente ao caso de estudo sobre a avaliação do potencial antifúngico de novos produtos, no ano vitícola em estudo não se observaram diferenças significativas entre as modalidades ensaiadas.
Autores principais:Mesquita, Tiago José Pereira
Assunto:Vitis vinifera L. Práticas culturais Modo produção biológico
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Na gestão da cultura da vinha estão envolvidas diversas atividades com a finalidade de se obter uvas sãs para produção de vinho. Sendo a busca da sustentabilidade dos sistemas de produção um constante desafio, é fundamental e necessário otimizar as práticas agrícolas e encontrar novas soluções de futuro eficazes e eficientes que tenham um menor impacto no meio ambiente, mas que garantam também a viabilidade económica desses sistemas. Neste trabalho, desenvolvido na Quinta do Monte Xisto (Vila Nova de Foz Côa), pretende-se compreender e analisar a duração das práticas culturais desenvolvidas ao longo do ciclo cultural da vinha, bem como avaliar novas soluções que possam ser potenciais alternativas ao combate de algumas doenças que afetam a cultura. As atividades foram realizadas em todas as parcelas da quinta, assim como a duração de execução das mesmas. Na parcela Norte Baixo foram aplicadas infusões de flor de castanheiro, esteva, eucalipto e casca de citrino e avaliado o seu potencial antifúngico contra as doenças do míldio (Plasmopara viticola) e do oídio (Uncinula necator) da videira. A incidência e a severidade das doenças foram avaliadas nas folhas e cachos das videiras selecionadas. No ano vitícola de 2021/22 foi necessário um total de 4053 horas para a realização de todas as tarefas na área completa da quinta, sendo as mais exigentes a poda de inverno, a despampa e a vindima. A inclinação do terreno, o vigor das plantas e a casta influenciaram a duração das tarefas realizadas. Relativamente ao caso de estudo sobre a avaliação do potencial antifúngico de novos produtos, no ano vitícola em estudo não se observaram diferenças significativas entre as modalidades ensaiadas.