Publicação
Fertilização do olival
| Resumo: | A fertilização da oliveira é uma prática frequente entre os agricultores mas nem sempre tem sido possível obter uma resposta clara da cultura aos fertilizantes aplicados. Fatores como a fertilidade do solo, a disponibilidade de água e o estado nutritivo inicial da árvore, podem condicionar significativamente essa resposta. Por outro lado, a fertilização deverá ter em conta a quantidade de nutrientes removida pela cultura para evitar eventuais aplicações insuficientes ou excessivas. No CIMO tem vindo a ser desenvolvido trabalho nesta área, tendo como objetivo conhecer melhor a resposta da planta e elaborar recomendações de fertilização de forma mais consistente. Os estudos desenvolvidos nos últimos anos mostram de forma inequívoca que: -‐ o boro é um problema generalizado nos olivais transmontanos, sendo conveniente proceder à sua aplicação anual; -‐ a resposta à aplicação de azoto é evidente, sendo também necessário aplicar anualmente este nutriente; -‐ em Trás-‐os-‐Montes existem manchas de olivais com carência severa de potássio e supõe-‐se que em outros possa haver carência dissimulada. Contudo, a remoção de nutrientes pela oliveira é baixa, devendo os fertilizantes ser aplicados em quantidades moderadas. A necessidade de aplicação de nutrientes deve ser monitorizada através da realização de análises de terras e tecidos vegetais. Recomenda-‐se ainda atenção no respeito pelas normas da colheita de amostras a enviar para o laboratório. |
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| Autores principais: | Arrobas, Margarida |
| Outros Autores: | Ferreira, Isabel Q.; Claro, Ana Marília; Rodrigues, M.A. |
| Assunto: | Olea europea Extração de nutrientes Recomendação de fertilização Azoto Boro Potássio |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A fertilização da oliveira é uma prática frequente entre os agricultores mas nem sempre tem sido possível obter uma resposta clara da cultura aos fertilizantes aplicados. Fatores como a fertilidade do solo, a disponibilidade de água e o estado nutritivo inicial da árvore, podem condicionar significativamente essa resposta. Por outro lado, a fertilização deverá ter em conta a quantidade de nutrientes removida pela cultura para evitar eventuais aplicações insuficientes ou excessivas. No CIMO tem vindo a ser desenvolvido trabalho nesta área, tendo como objetivo conhecer melhor a resposta da planta e elaborar recomendações de fertilização de forma mais consistente. Os estudos desenvolvidos nos últimos anos mostram de forma inequívoca que: -‐ o boro é um problema generalizado nos olivais transmontanos, sendo conveniente proceder à sua aplicação anual; -‐ a resposta à aplicação de azoto é evidente, sendo também necessário aplicar anualmente este nutriente; -‐ em Trás-‐os-‐Montes existem manchas de olivais com carência severa de potássio e supõe-‐se que em outros possa haver carência dissimulada. Contudo, a remoção de nutrientes pela oliveira é baixa, devendo os fertilizantes ser aplicados em quantidades moderadas. A necessidade de aplicação de nutrientes deve ser monitorizada através da realização de análises de terras e tecidos vegetais. Recomenda-‐se ainda atenção no respeito pelas normas da colheita de amostras a enviar para o laboratório. |
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