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Enfermeiro de família, um especialista de e com futuro? sim (...)! porque (...)!
| Resumo: | As mudanças sociais e culturais, políticas e demográficas, que a sociedade atual experiencia,sugerem que o modelo de organização de cuidados de saúde deixe de se centrar na doença para se focalizar nas necessidades reais de saúde da população, sendo o contexto familiar o que se adivinha como o mais privilegiado para se avaliar as respostas humanas aos processos de transição e de doença, pois, a família, sob o ponto de vista sociológico, constitui-se como a primeira unidade de cuidados de saúde. A enfermagem, enquanto profissão indissociável eintrinsecamente ligada ao cuidar, nasceu como que integrada no seio da família, sendo, esta alvo dos cuidados e um recurso para os mesmos. A prática da enfermagem constitui a essência fundamental dos Cuidados de Saúde Primários (CSP). Pela formação, experiência e os ambientes onde trabalhamos fazem com que assim seja. Os enfermeiros prestam cuidados onde quer que as pessoas se encontrem e a casa (leia-se família) é hoje pedra angular no âmbito da saúde familiar (ICN, 2003; Hanson, 2004). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os enfermeiros de família podem ajudar indivíduos e famílias a lidar com a doença e incapacidade crónica, ou períodos de stress e maior vulnerabilidade, dedicando grande parte do seu tempo ao acompanhamento de indivíduos e suas famílias “saúde familiar” em contexto domiciliário (WHO, 2000). Neste contexto, enfatizamos o enfermeiro de família como o profissional que, integrado no seio da equipa de saúde, presta cuidados especializados em saúde familiar, globais e longitudinais(em todos os ciclos de vida) a todos os elementos da família,constituindo-se desta forma como um gestor e organizador que gere e organiza o processo de saúde de cada individuo inserido na família, garantindo por esta via uma maior acessibilidade aos cuidados de saúde. |
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| Autores principais: | Brás, Manuel Alberto |
| Outros Autores: | Brás, Maria de Fátima; Moura, Sandra Cristina Mendo |
| Assunto: | Enfermeiro de família Saúde familiar Família Cuidados de saúde primários |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | As mudanças sociais e culturais, políticas e demográficas, que a sociedade atual experiencia,sugerem que o modelo de organização de cuidados de saúde deixe de se centrar na doença para se focalizar nas necessidades reais de saúde da população, sendo o contexto familiar o que se adivinha como o mais privilegiado para se avaliar as respostas humanas aos processos de transição e de doença, pois, a família, sob o ponto de vista sociológico, constitui-se como a primeira unidade de cuidados de saúde. A enfermagem, enquanto profissão indissociável eintrinsecamente ligada ao cuidar, nasceu como que integrada no seio da família, sendo, esta alvo dos cuidados e um recurso para os mesmos. A prática da enfermagem constitui a essência fundamental dos Cuidados de Saúde Primários (CSP). Pela formação, experiência e os ambientes onde trabalhamos fazem com que assim seja. Os enfermeiros prestam cuidados onde quer que as pessoas se encontrem e a casa (leia-se família) é hoje pedra angular no âmbito da saúde familiar (ICN, 2003; Hanson, 2004). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os enfermeiros de família podem ajudar indivíduos e famílias a lidar com a doença e incapacidade crónica, ou períodos de stress e maior vulnerabilidade, dedicando grande parte do seu tempo ao acompanhamento de indivíduos e suas famílias “saúde familiar” em contexto domiciliário (WHO, 2000). Neste contexto, enfatizamos o enfermeiro de família como o profissional que, integrado no seio da equipa de saúde, presta cuidados especializados em saúde familiar, globais e longitudinais(em todos os ciclos de vida) a todos os elementos da família,constituindo-se desta forma como um gestor e organizador que gere e organiza o processo de saúde de cada individuo inserido na família, garantindo por esta via uma maior acessibilidade aos cuidados de saúde. |
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