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Prática de Ensino Supervisionada - Tomada de decisões e autonomia das crianças: dinâmicas facilitadoras

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Resumo:Considerando que nos dias de hoje, cada vez mais presenciamos constantes mudanças e novos desafios, torna-se fundamental que o ser humano desenvolva, desde muito cedo, diversificadas competências que lhe permitam adaptar-se e reinventar-se constantemente. Sendo a autonomia, aliada à capacidade de tomar decisões, consideradas competências que devem ser desenvolvidas desde muito cedo, de forma a formar cidadãos mais ativos, torna-se crucial a abordagem desta temática. O presente relatório, foi realizado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES) inserida no plano de estudos do curso de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (MEPE e 1.º CEB), da Escola Superior de Educação (ESE), do Instituto Politécnico de Bragança. No âmbito da PES pude desenvolver práticas de ação educativa em contexto de creche, educação pré-escolar (EPE) e 1.º ciclo do ensino básico (1.ºCEB), nas quais procurei planificar e implementar experiências de ensino e aprendizagem que sobretudo considerassem os interesses e necessidades das crianças, mas também que permitissem ir ao encontro da problemática que decidi investigar, a Tomada de decisões e autonomia das crianças: dinâmicas facilitadoras. Para tal, foram delineados os seguintes objetivos: i) averiguar de que forma a autonomia e tomada de decisões é trabalhada e vivida em contexto escolar; ii) conhecer as conceções das crianças sobre a tomada de decisões e conceitos a elas subjacentes; iii) realizar dinâmicas promotoras da autonomia e tomada de decisões das crianças e iv) refletir sobre as minhas próprias práticas tendo em conta a autonomia e a tomada de decisões das crianças. O presente estudo seguiu uma metodologia de abordagem qualitativa, tendo sido utilizada a observação participante como técnica de recolha de dados. Relativamente aos instrumentos utilizados para a recolha de dados foram as notas de campo, produções das crianças, registos fotográficos e grelhas de observação. Durante a prática investigativa adotei sempre uma atitude reflexiva e crítica relativamente ao trabalho desenvolvido. Considerando os resultados obtidos, pode afirmar-se que o desenvolvimento de competências de tomada de decisões e autonomia, desde muito cedo se revela crucial no desenvolvimento das crianças. Observando-se ainda que as crianças revelam um maior envolvimento, participação e motivação pela aprendizagem, face a experiências de aprendizagem onde podem ser mais autónomas e tomar mais e melhores decisões.
Autores principais:Tiago, Elsa Cristina Dinis
Assunto:Tomar decisões Autonomia Prática de ensino supervisionada Creche Educação préescolar 1.º ciclo do ensino básico
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Considerando que nos dias de hoje, cada vez mais presenciamos constantes mudanças e novos desafios, torna-se fundamental que o ser humano desenvolva, desde muito cedo, diversificadas competências que lhe permitam adaptar-se e reinventar-se constantemente. Sendo a autonomia, aliada à capacidade de tomar decisões, consideradas competências que devem ser desenvolvidas desde muito cedo, de forma a formar cidadãos mais ativos, torna-se crucial a abordagem desta temática. O presente relatório, foi realizado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES) inserida no plano de estudos do curso de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (MEPE e 1.º CEB), da Escola Superior de Educação (ESE), do Instituto Politécnico de Bragança. No âmbito da PES pude desenvolver práticas de ação educativa em contexto de creche, educação pré-escolar (EPE) e 1.º ciclo do ensino básico (1.ºCEB), nas quais procurei planificar e implementar experiências de ensino e aprendizagem que sobretudo considerassem os interesses e necessidades das crianças, mas também que permitissem ir ao encontro da problemática que decidi investigar, a Tomada de decisões e autonomia das crianças: dinâmicas facilitadoras. Para tal, foram delineados os seguintes objetivos: i) averiguar de que forma a autonomia e tomada de decisões é trabalhada e vivida em contexto escolar; ii) conhecer as conceções das crianças sobre a tomada de decisões e conceitos a elas subjacentes; iii) realizar dinâmicas promotoras da autonomia e tomada de decisões das crianças e iv) refletir sobre as minhas próprias práticas tendo em conta a autonomia e a tomada de decisões das crianças. O presente estudo seguiu uma metodologia de abordagem qualitativa, tendo sido utilizada a observação participante como técnica de recolha de dados. Relativamente aos instrumentos utilizados para a recolha de dados foram as notas de campo, produções das crianças, registos fotográficos e grelhas de observação. Durante a prática investigativa adotei sempre uma atitude reflexiva e crítica relativamente ao trabalho desenvolvido. Considerando os resultados obtidos, pode afirmar-se que o desenvolvimento de competências de tomada de decisões e autonomia, desde muito cedo se revela crucial no desenvolvimento das crianças. Observando-se ainda que as crianças revelam um maior envolvimento, participação e motivação pela aprendizagem, face a experiências de aprendizagem onde podem ser mais autónomas e tomar mais e melhores decisões.