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Cronografia da política de ambiente e educação ambiental em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Teoricamente, o enquadramento da Educação Ambiental – EA no ensino deverá proporcionar o debate de questões e estratégias educativas com vista a estimular os cidadãos para a tomada de decisões sobre os problemas que os afetam. O objetivo deste trabalho é realizar uma incursão pela Política e Educação Ambiental em Portugal. A metodologia assentou numa pesquisa bibliográfica sobre a temática e consequente revisão da literatura. Estruturalmente, delimitou-se a política ambiental em Portugal em quatro fases: antes de 25 de abril de 1974; entre 25 de abril de 1974 e a adesão à Comunidade Económica Europeia – CEE; da adesão à CEE até ao ano 2000; e, a partir do novo milénio. Concluiu-se que, desde a Revolução dos Cravos (1974), Portugal formou 21 governos e um frenesi de instituições governamentais, pelo que uma estratégia de EA rigorosamente planeada seria de difícil execução. As organizações não governamentais têm cumprido uma função determinante na planificação de atividades de EA, adiantando-se constantemente aos governos no avanço de propostas corajosas. Pode-se afirmar que embora a EA esteja presente nos currículos programáticos das escolas desde a década de 80, atualmente, a participação dos cidadãos nas questões ambientais é ainda reduzida. Reconhece-se, todavia, que a consciência pública saiu enriquecida das conferências e ações nacionais e internacionais sobre EA.
Autores principais:Matos, Alda
Outros Autores:Cabo, Paula; Fernandes, António; Ribeiro, Maria Isabel
Assunto:Educação Ambiental Política Ambiental Etapas Promotores Portugal
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Teoricamente, o enquadramento da Educação Ambiental – EA no ensino deverá proporcionar o debate de questões e estratégias educativas com vista a estimular os cidadãos para a tomada de decisões sobre os problemas que os afetam. O objetivo deste trabalho é realizar uma incursão pela Política e Educação Ambiental em Portugal. A metodologia assentou numa pesquisa bibliográfica sobre a temática e consequente revisão da literatura. Estruturalmente, delimitou-se a política ambiental em Portugal em quatro fases: antes de 25 de abril de 1974; entre 25 de abril de 1974 e a adesão à Comunidade Económica Europeia – CEE; da adesão à CEE até ao ano 2000; e, a partir do novo milénio. Concluiu-se que, desde a Revolução dos Cravos (1974), Portugal formou 21 governos e um frenesi de instituições governamentais, pelo que uma estratégia de EA rigorosamente planeada seria de difícil execução. As organizações não governamentais têm cumprido uma função determinante na planificação de atividades de EA, adiantando-se constantemente aos governos no avanço de propostas corajosas. Pode-se afirmar que embora a EA esteja presente nos currículos programáticos das escolas desde a década de 80, atualmente, a participação dos cidadãos nas questões ambientais é ainda reduzida. Reconhece-se, todavia, que a consciência pública saiu enriquecida das conferências e ações nacionais e internacionais sobre EA.