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Circuitos arqueológicos: da criação de conteúdos interativos ao digital Storytelling

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho parte de dois pressupostos: em primeiro lugar, a ideia de que os vestígios arqueológicos, enquanto bens culturais e possíveis recursos turísticos, resultam de uma herança ou legado das comunidades; em segundo lugar, trata-se de compreender e re-conhecer a sua importância, não só como parte da nossa herança identitária, mas como algo que interessa valorizar, compreender e usufruir no presente. Os vestígios arqueoló-gicos têm o dom de despertar a curiosidade e o interesse das pessoas. No entanto, o seu entendimento pressupõe algum conhecimento técnico e depara-se com um conjunto de barreiras que só podem ser colmatadas com o recurso às técnicas de interpretação do património cultural, adequando-as a esta realidade em particular. Comunicar o, e sobre o património cultural, em sentido amplo: sob o ponto de vista cien-tífico, educacional, cultural, social e turístico, é um ato de storytelling e tarefa singular da interpretação patrimonial. Agregando saber e pragmática provenientes do processo criativo em design, enquanto ação cocriativa, colaborativa e geradora de impacto narrativo, a arte de narrar histórias permanece como um desafio de conexão social para as comunidades locais e visitantes, as quais são estimuladas, por um lado a redescobrir seu território, por outro a serem envolvidas numa experiência interativa de aprendizagem.
Autores principais:Vieira, Alexandra
Outros Autores:Pires, Raquel; Portelinha, Manuel
Assunto:Circuitos arqueológicos ferramentas digitais interatividade Service Design Storytelling.
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Este trabalho parte de dois pressupostos: em primeiro lugar, a ideia de que os vestígios arqueológicos, enquanto bens culturais e possíveis recursos turísticos, resultam de uma herança ou legado das comunidades; em segundo lugar, trata-se de compreender e re-conhecer a sua importância, não só como parte da nossa herança identitária, mas como algo que interessa valorizar, compreender e usufruir no presente. Os vestígios arqueoló-gicos têm o dom de despertar a curiosidade e o interesse das pessoas. No entanto, o seu entendimento pressupõe algum conhecimento técnico e depara-se com um conjunto de barreiras que só podem ser colmatadas com o recurso às técnicas de interpretação do património cultural, adequando-as a esta realidade em particular. Comunicar o, e sobre o património cultural, em sentido amplo: sob o ponto de vista cien-tífico, educacional, cultural, social e turístico, é um ato de storytelling e tarefa singular da interpretação patrimonial. Agregando saber e pragmática provenientes do processo criativo em design, enquanto ação cocriativa, colaborativa e geradora de impacto narrativo, a arte de narrar histórias permanece como um desafio de conexão social para as comunidades locais e visitantes, as quais são estimuladas, por um lado a redescobrir seu território, por outro a serem envolvidas numa experiência interativa de aprendizagem.