Publicação
Inteligência artificial: os agentes morais artificiais
| Resumo: | O presente artigo analisa os problemas e os desafios decorrentes da utilização da inteligência artificial, nomeadamente, o decorrente dos agentes morais artificiais, onde se procura analisar um conjunto de problemas éticos que se levantam com a sua utilização, designadamente ao nível da responsabilidade e da existência de direito dos agentes morais artificiais. Metodologia: Utiliza-se o método dedutivo, através da pesquisa bibliográfica e artigos científicos sobre a temática. Resultados: Conclui-se que a inteligência artificial é uma área do direito muito singular e ainda muito desconhecida, que levanta imensas questões éticas, nas quais se inclui a referente aos agentes morais artificiais, designadamente quanto à responsabilidade dos agentes morais artificiais e, bem assim, quanto à existência de direitos dos mesmos. Igualmente, que é necessário o desenvolvimento da filosofia e da ética da inteligência artificial, por existir um conjunto de questões fundamentais sobre o qual é necessário perceber o que deve ser admitido que a inteligência artificial realize, bem como acautelar os riscos num cenário de longo prazo. Contribuições: a pesquisa mostra-se relevante no atual contexto de revolução tecnológica, no qual a inteligência é uma das vertentes mais visíveis, para compreender como as questões dos agentes morais artificiais devem ser tratados, nomeadamente, dando contribuições para a definição de diretrizes a serem implementadas no âmbito da inteligência artificial. |
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| Autores principais: | Ferreira, Rui Miguel Zeferino |
| Assunto: | Inteligência artificial Agentes morais artificiais Responsabilidade Direitos de agentes morais artificiais |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O presente artigo analisa os problemas e os desafios decorrentes da utilização da inteligência artificial, nomeadamente, o decorrente dos agentes morais artificiais, onde se procura analisar um conjunto de problemas éticos que se levantam com a sua utilização, designadamente ao nível da responsabilidade e da existência de direito dos agentes morais artificiais. Metodologia: Utiliza-se o método dedutivo, através da pesquisa bibliográfica e artigos científicos sobre a temática. Resultados: Conclui-se que a inteligência artificial é uma área do direito muito singular e ainda muito desconhecida, que levanta imensas questões éticas, nas quais se inclui a referente aos agentes morais artificiais, designadamente quanto à responsabilidade dos agentes morais artificiais e, bem assim, quanto à existência de direitos dos mesmos. Igualmente, que é necessário o desenvolvimento da filosofia e da ética da inteligência artificial, por existir um conjunto de questões fundamentais sobre o qual é necessário perceber o que deve ser admitido que a inteligência artificial realize, bem como acautelar os riscos num cenário de longo prazo. Contribuições: a pesquisa mostra-se relevante no atual contexto de revolução tecnológica, no qual a inteligência é uma das vertentes mais visíveis, para compreender como as questões dos agentes morais artificiais devem ser tratados, nomeadamente, dando contribuições para a definição de diretrizes a serem implementadas no âmbito da inteligência artificial. |
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