Publicação
Agricultura urbana em Bragança: dinâmica de nutrientes no solo e nas plantas e contaminação com metais pesados
| Resumo: | Um dos entraves a um progresso mais rápido da agricultura biológica tem sido a dificuldade em manter a fertilidade do solo e, consequentemente, a produtividade das culturas em nível adequado, ao que muitas vezes se soma a falta de consciência da importância deste problema. Neste trabalho apresenta-se uma perspetiva geral de como gerir a fertilidade do solo em agricultura biológica. Dedica-se especial atenção à matéria orgânica, um aspeto central em ecologia agrícola mas cuja dinâmica no solo continua a ser mal entendida pelo setor produtivo e, frequentemente, mal abordada em documentação oficial sobre o modo de produção biológico, o que pode induzir estratégias de gestão deficientes. A dinâmica dos nutrientes no solo será também revista neste trabalho, com destaque para o azoto, cuja disponibilidade para as plantas é a maior dificuldade em manter a produtividade das culturas em níveis acei~áveis em modo de produção biológico. Faz-se ainda uma breve apresentação dos principais tipos de fertilizantes que se encontram no mercado em Portugal autorizados para agricultura biológica, em particular dos fertilizantes orgânicos. Discute-se o seu valor agronómico e as suas limitações enquanto substâncias fertilizantes, bem como a melhor forma de utilização. Dá-se ainda uma ampla perspetiva em como introduzir leguminosas nos sistemas de produção, como forma lógica e racional de incrementar a fertilidade do solo. |
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| Autores principais: | Arrobas, Margarida |
| Outros Autores: | Rodrigues, M.A. |
| Assunto: | Agricultura urbana Fertilidade do solo Ciclos biogeoquímicos dos nutrientes Fertilizantes orgânicos e minerais Fixação biológica de azoto |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Um dos entraves a um progresso mais rápido da agricultura biológica tem sido a dificuldade em manter a fertilidade do solo e, consequentemente, a produtividade das culturas em nível adequado, ao que muitas vezes se soma a falta de consciência da importância deste problema. Neste trabalho apresenta-se uma perspetiva geral de como gerir a fertilidade do solo em agricultura biológica. Dedica-se especial atenção à matéria orgânica, um aspeto central em ecologia agrícola mas cuja dinâmica no solo continua a ser mal entendida pelo setor produtivo e, frequentemente, mal abordada em documentação oficial sobre o modo de produção biológico, o que pode induzir estratégias de gestão deficientes. A dinâmica dos nutrientes no solo será também revista neste trabalho, com destaque para o azoto, cuja disponibilidade para as plantas é a maior dificuldade em manter a produtividade das culturas em níveis acei~áveis em modo de produção biológico. Faz-se ainda uma breve apresentação dos principais tipos de fertilizantes que se encontram no mercado em Portugal autorizados para agricultura biológica, em particular dos fertilizantes orgânicos. Discute-se o seu valor agronómico e as suas limitações enquanto substâncias fertilizantes, bem como a melhor forma de utilização. Dá-se ainda uma ampla perspetiva em como introduzir leguminosas nos sistemas de produção, como forma lógica e racional de incrementar a fertilidade do solo. |
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