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Qualidade de vida dos indivíduos com diabetes mellitus tipo 2
| Summary: | Introdução: A Diabetes Mellitus Tipo 2 é uma doença crônica que afeta significativamente a qualidade de vida dos indivíduos. Compreender essa relação é essencial para desenvolver estratégias que ajudem os pacientes a viver de forma saudável. Objetivos: Avaliar a qualidade de vida e a associação com dados sociodemográficos e tipo de tratamento instituído, em indivíduos com Diabetes Mellitus Tipo 2, da Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo e transversal, realizado numa amostra não probabilística de 48 indivíduos diabéticos selecionada por conveniência. Para a recolha de dados aplicou-se um questionário, que incluía dados sociodemográficos e o EuroQol-5 Dimensions, para avaliar a qualidade de vida. Resultados: A amostra incluía 56,3% indivíduos do sexo feminino e 43,8% do sexo masculino, com uma média de idades de 68,9 (DP = 13,863). Em relação à qualidade de vida, a maioria dos participantes não tem problemas em andar (58,3%), em cuidar de si próprio (95,8%), em desempenhar as suas atividades habituais (89,6%) e 43,8% não se sente ansioso. Em relação à medição do estado de saúde, numa escala de 0 - pior a 100 - melhor, registou-se uma média de 69,35 (DP = 19,23). Não houve associação entre a qualidade de vida e as variáveis sociodemográficas, com exceção da idade com o item mobilidade (p-value = 0,023). No que concerne à associação entre a qualidade de vida e o tratamento instituído, constatou-se relação entre o uso de antidiabéticos orais e o estado de saúde nos últimos 12 meses (p-value = 0,024). Discussão: Indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 2, enfrentam desafios significativos no tratamento e geralmente têm uma qualidade de vida inferior à de pessoas saudáveis. Identificar e prever os fatores que afetam a qualidade de vida é essencial, pois isso permite que sejam alvo de medidas preventivas. |
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| Main Authors: | Filipe, Ines |
| Other Authors: | Tavares, Lara; Magalhães, Renata; Pires, Cláudia; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues |
| Subject: | Diabetes mellitus tipo 2 Qualidade de vida |
| Year: | 2024 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | conference poster |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Biblioteca Digital do IPB |
| Summary: | Introdução: A Diabetes Mellitus Tipo 2 é uma doença crônica que afeta significativamente a qualidade de vida dos indivíduos. Compreender essa relação é essencial para desenvolver estratégias que ajudem os pacientes a viver de forma saudável. Objetivos: Avaliar a qualidade de vida e a associação com dados sociodemográficos e tipo de tratamento instituído, em indivíduos com Diabetes Mellitus Tipo 2, da Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo e transversal, realizado numa amostra não probabilística de 48 indivíduos diabéticos selecionada por conveniência. Para a recolha de dados aplicou-se um questionário, que incluía dados sociodemográficos e o EuroQol-5 Dimensions, para avaliar a qualidade de vida. Resultados: A amostra incluía 56,3% indivíduos do sexo feminino e 43,8% do sexo masculino, com uma média de idades de 68,9 (DP = 13,863). Em relação à qualidade de vida, a maioria dos participantes não tem problemas em andar (58,3%), em cuidar de si próprio (95,8%), em desempenhar as suas atividades habituais (89,6%) e 43,8% não se sente ansioso. Em relação à medição do estado de saúde, numa escala de 0 - pior a 100 - melhor, registou-se uma média de 69,35 (DP = 19,23). Não houve associação entre a qualidade de vida e as variáveis sociodemográficas, com exceção da idade com o item mobilidade (p-value = 0,023). No que concerne à associação entre a qualidade de vida e o tratamento instituído, constatou-se relação entre o uso de antidiabéticos orais e o estado de saúde nos últimos 12 meses (p-value = 0,024). Discussão: Indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 2, enfrentam desafios significativos no tratamento e geralmente têm uma qualidade de vida inferior à de pessoas saudáveis. Identificar e prever os fatores que afetam a qualidade de vida é essencial, pois isso permite que sejam alvo de medidas preventivas. |
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