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Quem pode tomar café (?): uma abordagem em nutrigenética e farmacogenética ao metabolismo da cafeína

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Certas variantes genéticas podem afetar o metabolismo da cafeína e a forma como o corpo a processa e responde a ela. Para identificar estas alterações é necessário analisar genes específicos, como o CYP1A2. As variações genéticas nesses mesmos genes podem aumentar ou diminuir a velocidade com que a cafeína é metabolizada. O objetivo desta revisão da literatura é fornecer uma visão abrangente e atualizada da importância do metabolismo da cafeína e dos polimorfismos genéticos que afetam esse mesmo metabolismo e o seu impacto positivo ou negativo em diferentes condições de saúde. Todo o tema se insere na medicina de precisão englobando a abordagem quer da nutrigenética quer da farmacogenética. A metodologia de revisão utilizada é do tipo “Scopus review” e os descritores a utilizar estão relacionados com “cafeína, metabolismo, genética, farmacogenética, nutrigenética e medicina de precisão. Embora os testes genéticos para a metabolização da cafeína tenham o potencial de contribuir para uma medicina personalizada, existem limitações que precisam ser consideradas. Apesar de todo o acervo bibliográfico sobre este assunto, a realização de pesquisas adicionais, incluindo estudos em diversas populações e investigações mais aprofundadas sobre a complexidade genética e as interações com fatores ambientais são necessárias. Além disso, a evidência clínica deve ser continuamente avaliada para que se possa retirar o máximo de informação sobre o verdadeiro impacto das variações genéticas.
Autores principais:Pereira, Elisabete Batista Vaz
Outros Autores:Rodrigues, Carina; Pereira, Olívia R.
Assunto:Cafeína Metabolismo Enzimas CYP Farmacogenética Polimorfismos
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Certas variantes genéticas podem afetar o metabolismo da cafeína e a forma como o corpo a processa e responde a ela. Para identificar estas alterações é necessário analisar genes específicos, como o CYP1A2. As variações genéticas nesses mesmos genes podem aumentar ou diminuir a velocidade com que a cafeína é metabolizada. O objetivo desta revisão da literatura é fornecer uma visão abrangente e atualizada da importância do metabolismo da cafeína e dos polimorfismos genéticos que afetam esse mesmo metabolismo e o seu impacto positivo ou negativo em diferentes condições de saúde. Todo o tema se insere na medicina de precisão englobando a abordagem quer da nutrigenética quer da farmacogenética. A metodologia de revisão utilizada é do tipo “Scopus review” e os descritores a utilizar estão relacionados com “cafeína, metabolismo, genética, farmacogenética, nutrigenética e medicina de precisão. Embora os testes genéticos para a metabolização da cafeína tenham o potencial de contribuir para uma medicina personalizada, existem limitações que precisam ser consideradas. Apesar de todo o acervo bibliográfico sobre este assunto, a realização de pesquisas adicionais, incluindo estudos em diversas populações e investigações mais aprofundadas sobre a complexidade genética e as interações com fatores ambientais são necessárias. Além disso, a evidência clínica deve ser continuamente avaliada para que se possa retirar o máximo de informação sobre o verdadeiro impacto das variações genéticas.