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Mastites subclínicas em cabras Serranas. Resultados preliminares

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As mastites subclínicas (MSC) em cabras leiteiras constituem um problema subavaliado em Portugal, embora numerosa bibliografia internacional faça prever a sua importância no nosso País. Neste trabalho seguiu-se um rebanho de 34 cabras Serranas ao longo de toda uma campanha, recolhendo-se um total de 1295 amostras de leite a partir de metades mamárias. Estas amostras foram sujeitas a contagem de células somáticas (CCS), pelo método fluoro-opto-electrónico (Foss Electric, Dinamarca), tendo sido realizadas, pelo menos, quinze colheitas por animal ao longo de toda a lactação. A análise de resultados recorreu ao método preconizado por de Crémoux et al. (1996), mais tarde actualizado por de Crémoux (2000), por não haver trabalhos realizados em raças portuguesas. Os resultados apontaram para 41,2% de animais não infectados, 17,7% de animais infectados com patogénicos menores (pm) e 41,1% de animais infectados com patogénicos maiores (pM), num total de 58,8% de animais ostentando uma presumível mastite subclínica. Conclui-se como sendo urgente o estudo das principais raças caprinas e ovinas leiteiras nacionais, com o objectivo de estabelecer valores de células somáticas susceptíveis de serem utilizados como limiar de diagnóstico de mastites subclínicas, quer em animais individuais quer em leite de tanque.
Autores principais:Mendonça, Álvaro
Outros Autores:Valentim, Ramiro; Maurício, Raimundo; Cardoso, Manuel; Correia, Teresa Montenegro; Coelho, Alípio
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:As mastites subclínicas (MSC) em cabras leiteiras constituem um problema subavaliado em Portugal, embora numerosa bibliografia internacional faça prever a sua importância no nosso País. Neste trabalho seguiu-se um rebanho de 34 cabras Serranas ao longo de toda uma campanha, recolhendo-se um total de 1295 amostras de leite a partir de metades mamárias. Estas amostras foram sujeitas a contagem de células somáticas (CCS), pelo método fluoro-opto-electrónico (Foss Electric, Dinamarca), tendo sido realizadas, pelo menos, quinze colheitas por animal ao longo de toda a lactação. A análise de resultados recorreu ao método preconizado por de Crémoux et al. (1996), mais tarde actualizado por de Crémoux (2000), por não haver trabalhos realizados em raças portuguesas. Os resultados apontaram para 41,2% de animais não infectados, 17,7% de animais infectados com patogénicos menores (pm) e 41,1% de animais infectados com patogénicos maiores (pM), num total de 58,8% de animais ostentando uma presumível mastite subclínica. Conclui-se como sendo urgente o estudo das principais raças caprinas e ovinas leiteiras nacionais, com o objectivo de estabelecer valores de células somáticas susceptíveis de serem utilizados como limiar de diagnóstico de mastites subclínicas, quer em animais individuais quer em leite de tanque.