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Extração de compostos bioativos de folhas de mirtilo por metodologias verdes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:mirtilo faz parte do grupo de frutos de baga com a maior concentração de compostos antioxidantes, maioritariamente antocianinas e outros flavonoides. Como resultado do interesse nas suas propriedades antioxidantes, a sua produção mundial tem vindo a aumentar desde 2005, tendo atingido em 2017 um valor de quase 600 Kton, sendo a Europa responsável por 18,4% da sua produção líquida. Até ao momento, as folhas de mirtilo ainda não foram estudas em detalhe, mas alguns resultados apontam para que estas tenham potencial como fonte de compostos fenólicos antioxidantes. A biomassa resultante da cultura do mirtilo é um novo objeto de estudo, uma vez que os produtores estão cada vez mais interessados na sua valorização, nomeadamente em produtos de alto valor acrescentado. Neste contexto, as folhas são um bom exemplo de biomassa residual que pode ser explorada para aplicações cosméticas, entre outras. Já estão descritas aplicações da incorporação de extrato comercial de mirtilo em micropartículas com atividade antioxidante e boa estabilidade físico-química, posteriormente testadas em cosméticos multifuncionais
Autores principais:Plasência, Paula
Outros Autores:Ferreira, Isabel; Barreiro, Filomena; Garcia, Pablo
Assunto:Folhas de mirtilo Extração Metodologias verdes Bioactivos Antioxidante
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:mirtilo faz parte do grupo de frutos de baga com a maior concentração de compostos antioxidantes, maioritariamente antocianinas e outros flavonoides. Como resultado do interesse nas suas propriedades antioxidantes, a sua produção mundial tem vindo a aumentar desde 2005, tendo atingido em 2017 um valor de quase 600 Kton, sendo a Europa responsável por 18,4% da sua produção líquida. Até ao momento, as folhas de mirtilo ainda não foram estudas em detalhe, mas alguns resultados apontam para que estas tenham potencial como fonte de compostos fenólicos antioxidantes. A biomassa resultante da cultura do mirtilo é um novo objeto de estudo, uma vez que os produtores estão cada vez mais interessados na sua valorização, nomeadamente em produtos de alto valor acrescentado. Neste contexto, as folhas são um bom exemplo de biomassa residual que pode ser explorada para aplicações cosméticas, entre outras. Já estão descritas aplicações da incorporação de extrato comercial de mirtilo em micropartículas com atividade antioxidante e boa estabilidade físico-química, posteriormente testadas em cosméticos multifuncionais