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Independência funcional e cognição em utentes de uma estrutura residencial para pessoas idosas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Uma preocupação relacionada com o aumento da esperança de vida, é que a prevalência de doenças crónicas se traduza no declínio da capacidade cognitiva e independência da pessoa idosa, manifestando-se através do aumento da procura de serviços de saúde especializados. Objetivos: Avaliar o nível de independência funcional, estado de equilíbrio e o estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas; Identificar as variáveis sociodemográficas, que interferem no nível de independência funcional, equilíbrio e estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas; Identificar que variáveis clínicas influenciam o nível de independência funcional, equilíbrio e estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas. Métodos: Foi realizado um estudo descritivo, transversal correlacional, com uma amostra de 66 utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas de um Estabelecimento Integrado no Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM. O instrumento de recolha de dados incluiu um questionário de caracterização sociodemográfica e clínica ad hoc, o Índice de Barthel, o Teste de Avaliação da Mobilidade e Equilíbrio Estático e Dinâmico (POMA I) e o Mini Mental State Examination (MMSE). Resultados: O perfil sociodemográfico dos participantes indica que um pouco mais de metade são homens, sendo que mais de metade da amostra tem dificuldades na sua mobilidade (54,0%), entre as quais prevalecem o desequilíbrio na marcha, a dor de joelhos e a dificuldade em andar por dor nos membros inferiores; Pouco mais de metade dos idosos (54,5%) não revelava défice cognitivo. As variáveis sociodemográficas em estudo não interferiram no equilíbrio dinâmico e estático, bem como no total da POMA (p>0,05). Conclusão: Os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação, assumem um papel relevante na população em estudo, através de planos de cuidados especializados que maximizem a funcionalidade do idoso, capacitando-o para uma maior autonomia e independência no autocuidado, potenciando, a sua qualidade de vida.
Autores principais:Fernandes, João Pedro Correia
Assunto:Estado funcional Cognição Idoso Instituição de longa permanência para idosos
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Uma preocupação relacionada com o aumento da esperança de vida, é que a prevalência de doenças crónicas se traduza no declínio da capacidade cognitiva e independência da pessoa idosa, manifestando-se através do aumento da procura de serviços de saúde especializados. Objetivos: Avaliar o nível de independência funcional, estado de equilíbrio e o estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas; Identificar as variáveis sociodemográficas, que interferem no nível de independência funcional, equilíbrio e estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas; Identificar que variáveis clínicas influenciam o nível de independência funcional, equilíbrio e estado mental de utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas. Métodos: Foi realizado um estudo descritivo, transversal correlacional, com uma amostra de 66 utentes residentes numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas de um Estabelecimento Integrado no Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM. O instrumento de recolha de dados incluiu um questionário de caracterização sociodemográfica e clínica ad hoc, o Índice de Barthel, o Teste de Avaliação da Mobilidade e Equilíbrio Estático e Dinâmico (POMA I) e o Mini Mental State Examination (MMSE). Resultados: O perfil sociodemográfico dos participantes indica que um pouco mais de metade são homens, sendo que mais de metade da amostra tem dificuldades na sua mobilidade (54,0%), entre as quais prevalecem o desequilíbrio na marcha, a dor de joelhos e a dificuldade em andar por dor nos membros inferiores; Pouco mais de metade dos idosos (54,5%) não revelava défice cognitivo. As variáveis sociodemográficas em estudo não interferiram no equilíbrio dinâmico e estático, bem como no total da POMA (p>0,05). Conclusão: Os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação, assumem um papel relevante na população em estudo, através de planos de cuidados especializados que maximizem a funcionalidade do idoso, capacitando-o para uma maior autonomia e independência no autocuidado, potenciando, a sua qualidade de vida.