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Circuitos arqueológicos: da criação de conteúdos interativos ao digital storytelling

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O circuito “defne a viagem combinada, intervindo vários serviços (transportes, alojamento, guia), de acordo com um itinerário programado e com um desenho circular, sempre que seja possível (o ponto de partida e de chegada coincidem) e com vista a passar por um caminho anteriormente percorrido” (Rodrigues, 2008 in TURIHAB, 2012, p. 9). Neste sentido, a inserção de ferramentas digitais visa facilitar aos utilizadores um acesso rápido a conteúdos diversifcados e diferenciadores, enriquecendo as experiências turísticas. Paralelamente melhora a competitividade dos destinos, conferindo-lhe uma autonomia na visita e direcionando a circulação destes utilizadores para o conhecimento e fruição do território. Como fomentar experiências arqueoturísticas co-criativas e sustentáveis, suportadas em metodologias processuais de design thinking e com recurso a ferramentas digitais?
Autores principais:Portelinha, Manuel
Outros Autores:Pires, Raquel; Vieira, Alexandra
Assunto:Circuitos arqueológicos Ferramentas digitais Interatividade Service design Storytelling
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:póster em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O circuito “defne a viagem combinada, intervindo vários serviços (transportes, alojamento, guia), de acordo com um itinerário programado e com um desenho circular, sempre que seja possível (o ponto de partida e de chegada coincidem) e com vista a passar por um caminho anteriormente percorrido” (Rodrigues, 2008 in TURIHAB, 2012, p. 9). Neste sentido, a inserção de ferramentas digitais visa facilitar aos utilizadores um acesso rápido a conteúdos diversifcados e diferenciadores, enriquecendo as experiências turísticas. Paralelamente melhora a competitividade dos destinos, conferindo-lhe uma autonomia na visita e direcionando a circulação destes utilizadores para o conhecimento e fruição do território. Como fomentar experiências arqueoturísticas co-criativas e sustentáveis, suportadas em metodologias processuais de design thinking e com recurso a ferramentas digitais?