Publicação

O desenvolvimento de competências sociais com crianças em idade escolar: a intervenção do educador social

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo de natureza qualitativa reflete sobre o contributo da intervenção do Educador Social para o desenvolvimento de competências sociais em crianças em idade escolar. O enquadramento teórico baseia-se em perspetivas socioculturais e desenvolvimentistas de autores como Vygotsky, Piaget, Montessori e Bronfenbrenner. A investigação centrou-se na análise de sete atividades socioeducativas realizadas em contexto não formal, numa associação de solidariedade social no norte de Portugal. Estas atividades tiveram como intencionalidade educativa: (i) analisar as perceções das crianças sobre competências sociais; (ii) implementar e avaliar o impacto de atividades promotoras dessas competências e (iii) refletir sobre a relevância da intervenção do Educador Social em contextos não formais e o seu contributo para o desenvolvimento de competências sociais. A recolha de dados realizou através de registos em grelhas de observação, registos das "voz da criança” e “reflexões da investigadora”. Os resultados demonstram que as atividades realizadas em contextos não formais, quando planeadas intencionalmente e acompanhados por técnicos qualificados, favorecem significativamente o desenvolvimento de competências sociais. Estes ambientes promovem experiências educativas marcantes, inclusivas e de grande valor para o desenvolvimento global da criança. Conclui-se que a integração de metodologias participativas e práticas inovadoras nestes contextos potencia a autonomia, o respeito mútuo e a resiliência das crianças, fornecendo-lhes ferramentas essenciais para a sua plena integração e participação social. Este trabalho realça a importância e o reconhecimento do Educador Social enquanto agente de formação e as potencialidades dos contextos não formais enquanto espaços privilegiados na formação holística da criança.
Autores principais:Ramalho, Tânia Sofia Rego
Assunto:Educador social Intervenção socioeducativa Contextos não formais Competências sociais
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Este estudo de natureza qualitativa reflete sobre o contributo da intervenção do Educador Social para o desenvolvimento de competências sociais em crianças em idade escolar. O enquadramento teórico baseia-se em perspetivas socioculturais e desenvolvimentistas de autores como Vygotsky, Piaget, Montessori e Bronfenbrenner. A investigação centrou-se na análise de sete atividades socioeducativas realizadas em contexto não formal, numa associação de solidariedade social no norte de Portugal. Estas atividades tiveram como intencionalidade educativa: (i) analisar as perceções das crianças sobre competências sociais; (ii) implementar e avaliar o impacto de atividades promotoras dessas competências e (iii) refletir sobre a relevância da intervenção do Educador Social em contextos não formais e o seu contributo para o desenvolvimento de competências sociais. A recolha de dados realizou através de registos em grelhas de observação, registos das "voz da criança” e “reflexões da investigadora”. Os resultados demonstram que as atividades realizadas em contextos não formais, quando planeadas intencionalmente e acompanhados por técnicos qualificados, favorecem significativamente o desenvolvimento de competências sociais. Estes ambientes promovem experiências educativas marcantes, inclusivas e de grande valor para o desenvolvimento global da criança. Conclui-se que a integração de metodologias participativas e práticas inovadoras nestes contextos potencia a autonomia, o respeito mútuo e a resiliência das crianças, fornecendo-lhes ferramentas essenciais para a sua plena integração e participação social. Este trabalho realça a importância e o reconhecimento do Educador Social enquanto agente de formação e as potencialidades dos contextos não formais enquanto espaços privilegiados na formação holística da criança.