Publicação
A perspetiva dos colaboradores sobre a sexualidade de utentes com perturbações mentais institucionalizados
| Resumo: | A sexualidade é parte integrante da condição humana, influenciando diretamente o bem-estar físico, emocional e social. Em contextos de institucionalização, esta área tem especial relevância pela sua expressão, sendo frequentemente silenciada por estigmas, preconceitos e pela ausência de formação dos profissionais. Este estudo visa contribuir para a compreensão das perceções dos colaboradores sobre a sexualidade dos utentes com perturbações mentais institucionalizados. Analisar a perspetiva dos colaboradores acerca da sexualidade dos utentes com perturbações mentais institucionalizados. Estudo de metodologia quantitativa, descritivo-correlacional e transversal, com recurso a amostragem não probabilística por conveniência. A amostra é constituída por 124 profissionais de diversas instituições de saúde mental. Foi utilizado um questionário com caraterização sociodemográfica e profissional e a Escala sobre Sexualidade na Saúde Mental. O estudo cumpre os princípios éticos consagrados na Declaração de Helsínquia e Convenção de Oviedo. |
|---|---|
| Autores principais: | Pires, Maria José Afonso |
| Outros Autores: | Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia |
| Assunto: | Sexualidade de utentes |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A sexualidade é parte integrante da condição humana, influenciando diretamente o bem-estar físico, emocional e social. Em contextos de institucionalização, esta área tem especial relevância pela sua expressão, sendo frequentemente silenciada por estigmas, preconceitos e pela ausência de formação dos profissionais. Este estudo visa contribuir para a compreensão das perceções dos colaboradores sobre a sexualidade dos utentes com perturbações mentais institucionalizados. Analisar a perspetiva dos colaboradores acerca da sexualidade dos utentes com perturbações mentais institucionalizados. Estudo de metodologia quantitativa, descritivo-correlacional e transversal, com recurso a amostragem não probabilística por conveniência. A amostra é constituída por 124 profissionais de diversas instituições de saúde mental. Foi utilizado um questionário com caraterização sociodemográfica e profissional e a Escala sobre Sexualidade na Saúde Mental. O estudo cumpre os princípios éticos consagrados na Declaração de Helsínquia e Convenção de Oviedo. |
|---|