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Análise das relações stresse, IMC e a escolha de alimentos, nos alunos do ensino superior público do distrito de Bragança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Vários estudos epidemiológicos têm evidenciado as relações entre o Índice de Massa Corporal (IMC), o nível de stresse e a escolha de alimentos. Esta investigação, de carácter quantitativo, pretende dar a conhecer o IMC dos estudantes do ensino superior público do distrito de Bragança e relaciona-lo com o nível de stresse e a escolha de alimentos. O questionário, com probabilidade de resposta igual para todos os inquiridos, foi administrado a uma amostra estratificada constituída por 425 indivíduos. Os dados recolhidos foram tratados e analisados com recurso ao software estatístico SPSS 16.0 (Statistical Package for Social Sciences). A análise dos resultados indica que a maioria dos inquiridos é do sexo feminino (76%); 2,6% apresentam um IMC com baixo peso, 70,8% são normopeso, 22,4% têm excesso de peso e 4,2% são obesos. Cerca de 78% dos respondentes apresentam um nível de stresse moderado (52,5%) e elevado (25,4%). Verificou-se, ainda que uma grande percentagem dos inquiridos com baixo peso e obesos registam elevados níveis de stresse. Por outro lado, comprovou-se que há uma maior propensão para a escolha do chocolate por parte dos alunos que registam um nível de stresse elevado.
Autores principais:Silvana, Vieira
Outros Autores:Neto, Inês; Leandro, Luís; Gomes, Ana; Pereira, Anabela; Ribeiro, Maria Isabel
Assunto:Stresse IMC Escolha alimentar
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Vários estudos epidemiológicos têm evidenciado as relações entre o Índice de Massa Corporal (IMC), o nível de stresse e a escolha de alimentos. Esta investigação, de carácter quantitativo, pretende dar a conhecer o IMC dos estudantes do ensino superior público do distrito de Bragança e relaciona-lo com o nível de stresse e a escolha de alimentos. O questionário, com probabilidade de resposta igual para todos os inquiridos, foi administrado a uma amostra estratificada constituída por 425 indivíduos. Os dados recolhidos foram tratados e analisados com recurso ao software estatístico SPSS 16.0 (Statistical Package for Social Sciences). A análise dos resultados indica que a maioria dos inquiridos é do sexo feminino (76%); 2,6% apresentam um IMC com baixo peso, 70,8% são normopeso, 22,4% têm excesso de peso e 4,2% são obesos. Cerca de 78% dos respondentes apresentam um nível de stresse moderado (52,5%) e elevado (25,4%). Verificou-se, ainda que uma grande percentagem dos inquiridos com baixo peso e obesos registam elevados níveis de stresse. Por outro lado, comprovou-se que há uma maior propensão para a escolha do chocolate por parte dos alunos que registam um nível de stresse elevado.