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Avaliação de conforto térmico durante o verão em centros de interpretação ambiental no contexto transfronteiriço (Portugal - Espanha)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O conforto térmico humano apresenta-se como uma das variáveis do conforto ambiental. O seu estudo mostra-se importante ao contribuir para adequação de edifícios visando melhorias que proporcionem não somente o conforto dos indivíduos, mas também o desempenho energético destes. As principais variáveis que estão diretamente relacionadas com o estudo de conforto térmico dividem-se entre variáveis ambientais e humanas. Entre as ambientais estão: a temperatura do ar, a humidade relativa do ar, a temperatura média radiante e a velocidade do ar. As humanas são: taxa de metabolismo e índice de vestuário (Clo). Esta dissertação faz parte do projeto POCTEP BIOURB NATUR e tem por finalidade analisar o conforto térmico e a perceção de conforto em Casas de Interpretação Ambiental, no contexto transfronteiriço entre Portugal e Espanha durante o período de verão. Além disso, este trabalho complementa um estudo realizado a priori para o período de inverno. Neste âmbito, um dos objetivos principais consiste na avaliação das condições de conforto térmico externo e interno dos locais analisados. Objetivando obter dados pertinentes para avaliar a perceção de conforto dos utilizadores das casas estudadas, foram utilizados materiais e métodos que englobam a coleta de dados através de equipamentos específicos internos e externos, além da posterior análise estatística. Além da monitorização dos locais de interesse com auxílio das ferramentas adequadas, foram aplicados inquéritos aos utilizadores dos parques. Os resultados obtidos foram analisados através de sistemas de referência, como a norma ASHRAE (1992), a ISO 7730 (2005) e a escala térmica de Fanger (1972). Para o exterior os dados foram interpretados pela Carta Bioclimática de Olgyay (1963). Os resultados apontam dificuldades de obtenção de conforto térmico nos espaços exteriores devido às altas temperaturas registadas no período analisado. No contexto interior, as condições de conforto térmico mostram-se ligeiramente diferentes para os locais analisados, o que se explica pela singularidade de contextos estudados. Após análise detalhada dos registos foram propostas estratégias cabíveis para cada local estudado.
Autores principais:Lopes, Luiz Otávio de Oliveira
Assunto:Conforto térmico Ambiente interno Ambiente externo Variáveis ambientais Variáveis humanas
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O conforto térmico humano apresenta-se como uma das variáveis do conforto ambiental. O seu estudo mostra-se importante ao contribuir para adequação de edifícios visando melhorias que proporcionem não somente o conforto dos indivíduos, mas também o desempenho energético destes. As principais variáveis que estão diretamente relacionadas com o estudo de conforto térmico dividem-se entre variáveis ambientais e humanas. Entre as ambientais estão: a temperatura do ar, a humidade relativa do ar, a temperatura média radiante e a velocidade do ar. As humanas são: taxa de metabolismo e índice de vestuário (Clo). Esta dissertação faz parte do projeto POCTEP BIOURB NATUR e tem por finalidade analisar o conforto térmico e a perceção de conforto em Casas de Interpretação Ambiental, no contexto transfronteiriço entre Portugal e Espanha durante o período de verão. Além disso, este trabalho complementa um estudo realizado a priori para o período de inverno. Neste âmbito, um dos objetivos principais consiste na avaliação das condições de conforto térmico externo e interno dos locais analisados. Objetivando obter dados pertinentes para avaliar a perceção de conforto dos utilizadores das casas estudadas, foram utilizados materiais e métodos que englobam a coleta de dados através de equipamentos específicos internos e externos, além da posterior análise estatística. Além da monitorização dos locais de interesse com auxílio das ferramentas adequadas, foram aplicados inquéritos aos utilizadores dos parques. Os resultados obtidos foram analisados através de sistemas de referência, como a norma ASHRAE (1992), a ISO 7730 (2005) e a escala térmica de Fanger (1972). Para o exterior os dados foram interpretados pela Carta Bioclimática de Olgyay (1963). Os resultados apontam dificuldades de obtenção de conforto térmico nos espaços exteriores devido às altas temperaturas registadas no período analisado. No contexto interior, as condições de conforto térmico mostram-se ligeiramente diferentes para os locais analisados, o que se explica pela singularidade de contextos estudados. Após análise detalhada dos registos foram propostas estratégias cabíveis para cada local estudado.