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Avaliação da perceçâo dos utentes do ACES Nordeste face à reorganização dos serviços de Urgência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O setor da saúde vem sendo objecto de reorganização aos mais variados níveis, seja por razões de ordem financeira seja pela necessidade de valorizar e aprender a utílizar as diferentes valências, nomeadamente a necessidade de compreender o que é uma urgência para aumentar a acessibilidade aos cuidados urgentes e emergentes. Neste contexto, é objetivo deste estudo avaliar a perceçâo dos utentes do AGES Nordeste face à reorganização dos serviços de urgência no sentido de compreender se conhecem os serviços de saúde disponíveis e se sabem utilizá-los. Para o efeito, adotámos uma abordagem metodologia quantitativa, com base num inquérito por questionário que aplicámos aos utentes da Consulta Aberta dos Centros de Saúde do AGES Nordeste. Os resultados obtidos permitiram concluir que, tendo em conta a rede de urgências, os utentes não sabem como agir em situações de urgência e emergência nem para que serve a Consulta Aberta, o que se traduz numa utilização errada dos serviços de saúde disponíveis.
Autores principais:Videira, Patrícia Alexandra Morais
Outros Autores:Pires, Amélia M.M.
Assunto:Reorganização dos serviços de urgência Consulta aberta Emergência Urgência
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O setor da saúde vem sendo objecto de reorganização aos mais variados níveis, seja por razões de ordem financeira seja pela necessidade de valorizar e aprender a utílizar as diferentes valências, nomeadamente a necessidade de compreender o que é uma urgência para aumentar a acessibilidade aos cuidados urgentes e emergentes. Neste contexto, é objetivo deste estudo avaliar a perceçâo dos utentes do AGES Nordeste face à reorganização dos serviços de urgência no sentido de compreender se conhecem os serviços de saúde disponíveis e se sabem utilizá-los. Para o efeito, adotámos uma abordagem metodologia quantitativa, com base num inquérito por questionário que aplicámos aos utentes da Consulta Aberta dos Centros de Saúde do AGES Nordeste. Os resultados obtidos permitiram concluir que, tendo em conta a rede de urgências, os utentes não sabem como agir em situações de urgência e emergência nem para que serve a Consulta Aberta, o que se traduz numa utilização errada dos serviços de saúde disponíveis.