Publicação
A cidadania está na escola
| Resumo: | A escola reflete preocupações transversais à sociedade, que envolvem diferentes dimensões da educação para a cidadania, como por exemplo: direitos humanos, igualdade, interculturalidade. Com todas as mudanças que se vão sentindo na sociedade do século XXI, com um crescente mosaico intercultural, é de extrema importância educar para a cidadania, refletindo criticamente, desmitificando conceitos, não deixando que se criem estereótipos ou qualquer tipo de preconceito ou discriminação. Importa que as crianças se tornem cidadãos ativos, participativos e construam competências essenciais de formação cidadã. A educação para e na cidadania constitui-se desta forma como um desafio para todos os sectores da sociedade, e em particular para a escola que se assume como um espaço privilegiado para a construção de práticas de cidadania. A presente comunicação surge no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e o principal objetivo da investigação é entender como abordar as questões de cidadania em contexto de 1.º Ciclo do Ensino Básico, promovendo experiências de ensino e aprendizagem que considerem os pressupostos da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. O estudo é de cariz qualitativo e desenvolveu-se com um grupo de 4.º ano de escolaridade, com vinte e cinco crianças. Para a recolha de dados recorreu-se à observação direta, às notas de campo, aos registos fotográficos e a grelhas de observação. A análise permitiu verificar que a realização das atividades potencializou o conhecimento de novas culturas por parte das crianças, permitindo aprender sobre o “outro” e respeitá-lo como cidadão pleno de direitos, na sociedade e no mundo. Verificou-se também que as crianças passaram a refletir mais sobre as próprias atitudes, a argumentar, a escutar e respeitar os pontos de vista diferentes dos delas. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Jéssica Teixeira |
| Outros Autores: | Freire-Ribeiro, Ilda |
| Assunto: | Cidadania Prática de ensino supervisionada |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A escola reflete preocupações transversais à sociedade, que envolvem diferentes dimensões da educação para a cidadania, como por exemplo: direitos humanos, igualdade, interculturalidade. Com todas as mudanças que se vão sentindo na sociedade do século XXI, com um crescente mosaico intercultural, é de extrema importância educar para a cidadania, refletindo criticamente, desmitificando conceitos, não deixando que se criem estereótipos ou qualquer tipo de preconceito ou discriminação. Importa que as crianças se tornem cidadãos ativos, participativos e construam competências essenciais de formação cidadã. A educação para e na cidadania constitui-se desta forma como um desafio para todos os sectores da sociedade, e em particular para a escola que se assume como um espaço privilegiado para a construção de práticas de cidadania. A presente comunicação surge no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e o principal objetivo da investigação é entender como abordar as questões de cidadania em contexto de 1.º Ciclo do Ensino Básico, promovendo experiências de ensino e aprendizagem que considerem os pressupostos da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. O estudo é de cariz qualitativo e desenvolveu-se com um grupo de 4.º ano de escolaridade, com vinte e cinco crianças. Para a recolha de dados recorreu-se à observação direta, às notas de campo, aos registos fotográficos e a grelhas de observação. A análise permitiu verificar que a realização das atividades potencializou o conhecimento de novas culturas por parte das crianças, permitindo aprender sobre o “outro” e respeitá-lo como cidadão pleno de direitos, na sociedade e no mundo. Verificou-se também que as crianças passaram a refletir mais sobre as próprias atitudes, a argumentar, a escutar e respeitar os pontos de vista diferentes dos delas. |
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