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Uso de membranas incorporadas com cortiça para a purificação de biodiesel de óleo residual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O biodiesel vem ganhando destaque no mundo por possuir matéria-prima renovável, além de ser menos poluente que os combustíveis fósseis. Após a transesterificação, é necessária a separação e purificação dos ésteres, sendo empregadas lavagens aquosas para remover o glicerol. Porém, este processo convencional requer um alto volume de água. O objetivo deste trabalho foi avaliar o processo de separação utilizando membranas poliméricas funcionalizadas com cortiça como alternativa na purificação de biodiesel. O biodiesel foi produzido por transesterificação etílica utilizando óleo de algodão residual e NaOH como catalisador. As membranas foram produzidas pelo método de inversão de fases empregando polietersulfona como polímero, polivinilpirrolidona como copolímero, dimetilacinamida como solvente e cortiça como aditivo. As membranas foram caracterizadas em termos de permeabilidade hidráulica e MEV. O processo de separação foi realizado em um módulo de membranas e avaliou-se a filtração em duas fases distintas da produção do biodiesel. A primeira fase após a transesterificação e a segunda foi após a decantação da mistura reacional, utilizando a fase leve rica em ésteres. A menor concentração de glicerol obtida no permeado foi 0,097 ± 0,006%, na filtração da fase leve contendo os ésteres, representando uma retenção do glicerol pela membrana foi de 99,65%.
Autores principais:Romansina, Bruna Clara
Outros Autores:Brito, Paulo; Paschoal, Sirlei M.; Gomes, Maria Carolina Sérgi
Assunto:membrana polimérica biodiesel glicerol
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:idiomas múltiplos
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O biodiesel vem ganhando destaque no mundo por possuir matéria-prima renovável, além de ser menos poluente que os combustíveis fósseis. Após a transesterificação, é necessária a separação e purificação dos ésteres, sendo empregadas lavagens aquosas para remover o glicerol. Porém, este processo convencional requer um alto volume de água. O objetivo deste trabalho foi avaliar o processo de separação utilizando membranas poliméricas funcionalizadas com cortiça como alternativa na purificação de biodiesel. O biodiesel foi produzido por transesterificação etílica utilizando óleo de algodão residual e NaOH como catalisador. As membranas foram produzidas pelo método de inversão de fases empregando polietersulfona como polímero, polivinilpirrolidona como copolímero, dimetilacinamida como solvente e cortiça como aditivo. As membranas foram caracterizadas em termos de permeabilidade hidráulica e MEV. O processo de separação foi realizado em um módulo de membranas e avaliou-se a filtração em duas fases distintas da produção do biodiesel. A primeira fase após a transesterificação e a segunda foi após a decantação da mistura reacional, utilizando a fase leve rica em ésteres. A menor concentração de glicerol obtida no permeado foi 0,097 ± 0,006%, na filtração da fase leve contendo os ésteres, representando uma retenção do glicerol pela membrana foi de 99,65%.