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Gestão de redes com base em políticas – uma abordagem prática

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A gestão de redes e um processo essencial para manter uma rede de comunicação em bom estado de funcionamento. Todos os dias surgem novos dispositivos, novas formas de acesso e novos protocolos que permitem o acesso mais rápido e cómodo a informação. Como resultado, as redes crescem exponencialmente e diversificam-se em termos tecnológicos { a gestão torna-se mais complexa e sensível a erros. Os modelos de gestão~ao clássica, como o SNMP, CLI ou outros, assentam o seu funcionamento na monitorização e configuração individual de recursos. Mais recentemente, a introdução de técnicas e mecanismos de gestão de rede com base em políticas promete mudar a perspectiva para a globalidade da rede, dando ao utilizador uma vis~ao e um controlo global. Além disso, permitem também associar as tarefas de monitorização e controlo aos objectivos e acordos de negócio, até então incompatíveis.
Autores principais:Lopes, Rui Pedro
Outros Autores:Oliveira, José Luís; Roque, Vitor
Assunto:PBNM Gestão de redes Políticas
Ano:2004
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A gestão de redes e um processo essencial para manter uma rede de comunicação em bom estado de funcionamento. Todos os dias surgem novos dispositivos, novas formas de acesso e novos protocolos que permitem o acesso mais rápido e cómodo a informação. Como resultado, as redes crescem exponencialmente e diversificam-se em termos tecnológicos { a gestão torna-se mais complexa e sensível a erros. Os modelos de gestão~ao clássica, como o SNMP, CLI ou outros, assentam o seu funcionamento na monitorização e configuração individual de recursos. Mais recentemente, a introdução de técnicas e mecanismos de gestão de rede com base em políticas promete mudar a perspectiva para a globalidade da rede, dando ao utilizador uma vis~ao e um controlo global. Além disso, permitem também associar as tarefas de monitorização e controlo aos objectivos e acordos de negócio, até então incompatíveis.