Publicação
Metas curriculares da Matemática: porquê? Para quê? Como?
| Resumo: | O documento Metas curriculares do ensino básico – Matemática (Bivar, Grosso, Oliveira & Timóteo, 2012) descreve “o conjunto das metas curriculares da disciplina de Matemática que os alunos devem atingir durante o Ensino Básico, tendo-se privilegiado os elementos essenciais que constam do Programa em vigor”. Muitas questões e dúvidas podem ser colocadas sobre a integração deste documento nas salas de aula. Por exemplo: Quais são os seus objetivos e intenções? Como convive e se articula com o Programa de Matemática do Ensino Básico? Complementa-o ou desvaloriza-o? Que importância atribui aos temas matemáticos e às capacidades transversais? Como relaciona uns e outros? Que indicações dá para a sua abordagem? Que aspetos do trabalho matemático dos alunos são defendidos? E dos professores?... Neste painel pretendemos, então, discutir e refletir sobre as implicações destas novas orientações curriculares e a sua relação com as práticas de alunos e professores. |
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| Autores principais: | Pires, Manuel Vara |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O documento Metas curriculares do ensino básico – Matemática (Bivar, Grosso, Oliveira & Timóteo, 2012) descreve “o conjunto das metas curriculares da disciplina de Matemática que os alunos devem atingir durante o Ensino Básico, tendo-se privilegiado os elementos essenciais que constam do Programa em vigor”. Muitas questões e dúvidas podem ser colocadas sobre a integração deste documento nas salas de aula. Por exemplo: Quais são os seus objetivos e intenções? Como convive e se articula com o Programa de Matemática do Ensino Básico? Complementa-o ou desvaloriza-o? Que importância atribui aos temas matemáticos e às capacidades transversais? Como relaciona uns e outros? Que indicações dá para a sua abordagem? Que aspetos do trabalho matemático dos alunos são defendidos? E dos professores?... Neste painel pretendemos, então, discutir e refletir sobre as implicações destas novas orientações curriculares e a sua relação com as práticas de alunos e professores. |
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