Publicação
Eficiência de uso do azoto de fertilizantes enriquecidos com microrganismos fixadores de azoto
| Resumo: | No mercado, têm surgido fertilizantes orgânicos enriquecidos com microrganismos fixadores livres de azoto. Com estes fertilizantes procura-se incrementar a disponibilidade de azoto para as plantas, na medida em que estes microrganismos sendo heterotróficos podem melhorar a sua capacidade de fixação de azoto quando colocados junto ao substrato alimentar. Neste trabalho reportam-se resultados de ensaios que decorreram, durante 2 anos, em campo e em vasos. Foram usados dois fertilizantes orgânicos enriquecidos com microrganismos (Biof1 e Biof2), um fertilizante orgânico não enriquecido (Organ), um fertilizante mineral em dose de azoto equivalente à dos fertilizantes orgânicos (Min1) e dupla (Min2) e uma modalidade testemunha, sem fertilização azotada. As doses dos outros macronutrientes fósforo e potássio foram ajustadas com adubos elementares simples. A. experiência envolveu uma sequência de três culturas por ano (alface-nabiça) e cevada no final para avaliar o efeito residual dos tratamentos fertilizantes. Os resultados mostraram um efeito significativo dos tratamentos fertilizantes sobre a produção de matéria seca e a exportação de azoto. O tratamento testemunha apresentou no geral menor produção de biomassa e exportação de nutrientes. O azoto aparentemente recuperado teve os valores mais elevados com a dose única do adubo mineral ao fim de dois anos de aplicação, ao passo que o correctivo orgânico não enriquecido foi o que apresentou a menor eficiência de uso do azoto. O adubo mineral em dose dupla e os corretivos orgânicos enriquecidos com microrganismos apresentaram um efeito residual mais elevado em ralação aos demais tratamentos sobre o cultivo de cevada num ciclo cultural seguinte. |
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| Autores principais: | Ladeira, Laurindo Chambula |
| Outros Autores: | Arrobas, Margarida; Rodrigues, M.A. |
| Assunto: | Alface Nabiça Biofertilizantes Fixação biológica de azoto Fixadores livres |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | No mercado, têm surgido fertilizantes orgânicos enriquecidos com microrganismos fixadores livres de azoto. Com estes fertilizantes procura-se incrementar a disponibilidade de azoto para as plantas, na medida em que estes microrganismos sendo heterotróficos podem melhorar a sua capacidade de fixação de azoto quando colocados junto ao substrato alimentar. Neste trabalho reportam-se resultados de ensaios que decorreram, durante 2 anos, em campo e em vasos. Foram usados dois fertilizantes orgânicos enriquecidos com microrganismos (Biof1 e Biof2), um fertilizante orgânico não enriquecido (Organ), um fertilizante mineral em dose de azoto equivalente à dos fertilizantes orgânicos (Min1) e dupla (Min2) e uma modalidade testemunha, sem fertilização azotada. As doses dos outros macronutrientes fósforo e potássio foram ajustadas com adubos elementares simples. A. experiência envolveu uma sequência de três culturas por ano (alface-nabiça) e cevada no final para avaliar o efeito residual dos tratamentos fertilizantes. Os resultados mostraram um efeito significativo dos tratamentos fertilizantes sobre a produção de matéria seca e a exportação de azoto. O tratamento testemunha apresentou no geral menor produção de biomassa e exportação de nutrientes. O azoto aparentemente recuperado teve os valores mais elevados com a dose única do adubo mineral ao fim de dois anos de aplicação, ao passo que o correctivo orgânico não enriquecido foi o que apresentou a menor eficiência de uso do azoto. O adubo mineral em dose dupla e os corretivos orgânicos enriquecidos com microrganismos apresentaram um efeito residual mais elevado em ralação aos demais tratamentos sobre o cultivo de cevada num ciclo cultural seguinte. |
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