Publicação
O ensino de mecanização agroflorestal após o processo de convergência no espaço europeu de ensino superior (Processo de Bologna)
| Resumo: | Na sequência da comunicação apresentada nas VI Jornadas sobre la actividad docente e investigadora en Ingenieria Agroflorestal realizadas em Palencia em 2006 – “Convergência no Espaço Europeu de Educação Superior (Processo de Bolonha) - O caso da Escola Superior Agrária de Bragança (Portugal)” há agora, seis anos após o início da sua implementação, a possibilidade de avaliar alguns dos efeitos desse novo modelo no ensino da mecanização nos cursos de Engenharia Agronómica e Engenharia Florestal da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança. Além da redução do número de horas de ensino presencial e o aumento do número de horas de trabalho autónomo dos alunos, a definição de procedimentos claros e objetivos para a creditação de competências obtidas noutras formações e até de competências obtidas fora do ensino formal, incrementou a mobilidade de estudantes, alterando significativamente o perfil dos alunos. São apresentados e discutidos dados sobre o tipo de estudantes que procuram hoje o ensino da mecanização agrícola e florestal e sobre o sucesso obtido. |
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| Autores principais: | Almeida, Arlindo |
| Assunto: | Processo Bolonha Consequências Ensino mecanização agrícola e florestal |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Na sequência da comunicação apresentada nas VI Jornadas sobre la actividad docente e investigadora en Ingenieria Agroflorestal realizadas em Palencia em 2006 – “Convergência no Espaço Europeu de Educação Superior (Processo de Bolonha) - O caso da Escola Superior Agrária de Bragança (Portugal)” há agora, seis anos após o início da sua implementação, a possibilidade de avaliar alguns dos efeitos desse novo modelo no ensino da mecanização nos cursos de Engenharia Agronómica e Engenharia Florestal da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança. Além da redução do número de horas de ensino presencial e o aumento do número de horas de trabalho autónomo dos alunos, a definição de procedimentos claros e objetivos para a creditação de competências obtidas noutras formações e até de competências obtidas fora do ensino formal, incrementou a mobilidade de estudantes, alterando significativamente o perfil dos alunos. São apresentados e discutidos dados sobre o tipo de estudantes que procuram hoje o ensino da mecanização agrícola e florestal e sobre o sucesso obtido. |
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