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Cultura e educação na galáxia de Zuckerberg: reflexões a partir da diarística infantojuvenil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente artigo elabora uma reflexão acerca da configuração da hodiernidade, que será considerada como a “Galáxia de Zuckerberg” (e já não apenas a “aldeia global” de McLuhan). Depois das galáxias de Gutenberg (massificação editorial) e de Marconi (rapidez de difusão), vivemos um tempo de profundas alterações nos meios e nos processos de comunicação, os quais são geradores de transformações sociais, culturais e educacionais. Partindo da confrontação de um vasto leque de abordagens (Popper, Llosa, Lipovetsky, Bauman, Melo, Nichols, Foer, Valero- Matas, Sánchez-Bayón, entre outros), reflete-se acerca da cultura na era da pós-globalização, marcada pela virtualização e desmaterialização dos modos de viver e comunicar. Enquadrando toda esta reflexão, faz-se, no âmbito da semiótica literária, uma análise de obras diarísticas da literatura infantojuvenil, realçando-se o processo de ficcionalização deste género autobiográfico e o investimento em narrativas humorísticas, marcadas pela dessacralização (problema ético) das relações – com evidentes repercussões no âmbito da educação.
Autores principais:Teixeira, Carlos
Assunto:Galáxia de Zuckerberg Cultura Educação Literatura infantojuvenil Diarística
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O presente artigo elabora uma reflexão acerca da configuração da hodiernidade, que será considerada como a “Galáxia de Zuckerberg” (e já não apenas a “aldeia global” de McLuhan). Depois das galáxias de Gutenberg (massificação editorial) e de Marconi (rapidez de difusão), vivemos um tempo de profundas alterações nos meios e nos processos de comunicação, os quais são geradores de transformações sociais, culturais e educacionais. Partindo da confrontação de um vasto leque de abordagens (Popper, Llosa, Lipovetsky, Bauman, Melo, Nichols, Foer, Valero- Matas, Sánchez-Bayón, entre outros), reflete-se acerca da cultura na era da pós-globalização, marcada pela virtualização e desmaterialização dos modos de viver e comunicar. Enquadrando toda esta reflexão, faz-se, no âmbito da semiótica literária, uma análise de obras diarísticas da literatura infantojuvenil, realçando-se o processo de ficcionalização deste género autobiográfico e o investimento em narrativas humorísticas, marcadas pela dessacralização (problema ético) das relações – com evidentes repercussões no âmbito da educação.