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Perfil de fragilidade em idosos institucionalizados num lar do concelho de Macedo de Cavaleiros

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Enquadramento: A fragilidade em idosos institucionalizados é uma temática pouco estudada no nosso país e a sua melhor compreensão poderá ajudar nos cuidados à pessoa idosa. Objetivo: Avaliar a prevalência de fragilidade e os factores a ela associados (sociodemográficos, clínicos, estado nutricional e capacidade funcional), em idosos institucionalizados em lar. Métodos: Estudo transversal realizado numa amostra de 40 idosos institucionalizados. Utilizámos questionário sociodemográfico e clínico, o Índice de Barthel e a Escala de Lawton & Brody para avaliar as atividades básicas e instrumentais de vida diária, o Índice de Comorbilidade de Charlson (ICC) e o Mini Nutritional Assessment (MNA) para avaliar o estado nutricional. Resultados: A média de idade dos idosos rondou os 85 anos e a maioria (75%) eram mulheres. A insuficiência cardíaca (27,5%), a doença vascular periférica (25,0%) e a diabetes (15,0%) foram as comorbilidades mais prevalentes. A prevalência de fragilidade foi de 32,5%, apresentavam pré-fragilidade 60,0% e robustez 7,5%. A fragilidade obteve correlação com a idade, estado de saúde auto-percebido, Índice de Massa Corporal, score do ICC, Barthel e Lawton & Brody. Os idosos frágeis eram aqueles que apresentavam pior estado nutricional (p <0,01). Conclusão: A detecção e o tratamento precoce da fragilidade podem prevenir a dependência funcional e melhorar a qualidade de vida do idoso institucionalizado.
Autores principais:Machado, Tânia Maria Morais
Assunto:Envelhecimento Estado de saúde Idoso institucionalizado Fragilidade
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Enquadramento: A fragilidade em idosos institucionalizados é uma temática pouco estudada no nosso país e a sua melhor compreensão poderá ajudar nos cuidados à pessoa idosa. Objetivo: Avaliar a prevalência de fragilidade e os factores a ela associados (sociodemográficos, clínicos, estado nutricional e capacidade funcional), em idosos institucionalizados em lar. Métodos: Estudo transversal realizado numa amostra de 40 idosos institucionalizados. Utilizámos questionário sociodemográfico e clínico, o Índice de Barthel e a Escala de Lawton & Brody para avaliar as atividades básicas e instrumentais de vida diária, o Índice de Comorbilidade de Charlson (ICC) e o Mini Nutritional Assessment (MNA) para avaliar o estado nutricional. Resultados: A média de idade dos idosos rondou os 85 anos e a maioria (75%) eram mulheres. A insuficiência cardíaca (27,5%), a doença vascular periférica (25,0%) e a diabetes (15,0%) foram as comorbilidades mais prevalentes. A prevalência de fragilidade foi de 32,5%, apresentavam pré-fragilidade 60,0% e robustez 7,5%. A fragilidade obteve correlação com a idade, estado de saúde auto-percebido, Índice de Massa Corporal, score do ICC, Barthel e Lawton & Brody. Os idosos frágeis eram aqueles que apresentavam pior estado nutricional (p <0,01). Conclusão: A detecção e o tratamento precoce da fragilidade podem prevenir a dependência funcional e melhorar a qualidade de vida do idoso institucionalizado.