Publicação
Risco de disfagia e índice de massa corporal: um Estudo em contexto institucional
| Resumo: | Em Portugal, a esperança média de vida tem aumentado, conduzindo a um acentuado envelhecimento populacional e consequentemente, a uma maior procura pelos serviços de saúde. Este envelhecimento está frequentemente associado a alterações fisiológicas, nas quais a disfagia e a desnutrição coexistem, comprometendo a qualidade de vida na população idosa. Objetivos: Avaliar o risco de disfagia em Indivíduos Institucionalizados e a sua relação com o Índice de Massa Corporal. Metodologia :Realizou-se um estudo de carácter observacional, transversal e quantitativo em Estruturas Residenciais Para Pessoas Idosas, recorrendo-se a uma amostra de 67indivíduos, obtida através da técnica de amostragem não probabilística. Para a recolha de dados utilizou-se um questionário que incluía a caracterização antropométrica, e o Eating Assessment Total-10, para avaliação de risco de disfagia. Resultados: Verificou-se que 70,1% dos indivíduos eram do sexo feminino com uma idade média de 81,22 ± 9,31 anos, identificando-se um risco de disfagia em 49,3% dos participantes. Ainda se verificou uma correlação significativa entre o Índice de Massa Corporal e risco de disfagia nosexo feminino (r = 0,989; p-value< 0,001), assim como uma correlação da idade como risco de disfagia no sexo feminino (r =0,431; p-value< 0,001), sem significância no sexo masculino. Conclusão: A pesquisa destaca a importância de novos estudo sque considerem uma abordagem mais abrangente, contemplando fatores como comorbilidades e impacto emocional. Essas investigações são fundamentais para a compreensão das necessidades deste grupo populacional, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento da disfagia. |
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| Autores principais: | Vieira, Maria |
| Outros Autores: | Baia, Mariana; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, António |
| Assunto: | Disfagia IMC |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Em Portugal, a esperança média de vida tem aumentado, conduzindo a um acentuado envelhecimento populacional e consequentemente, a uma maior procura pelos serviços de saúde. Este envelhecimento está frequentemente associado a alterações fisiológicas, nas quais a disfagia e a desnutrição coexistem, comprometendo a qualidade de vida na população idosa. Objetivos: Avaliar o risco de disfagia em Indivíduos Institucionalizados e a sua relação com o Índice de Massa Corporal. Metodologia :Realizou-se um estudo de carácter observacional, transversal e quantitativo em Estruturas Residenciais Para Pessoas Idosas, recorrendo-se a uma amostra de 67indivíduos, obtida através da técnica de amostragem não probabilística. Para a recolha de dados utilizou-se um questionário que incluía a caracterização antropométrica, e o Eating Assessment Total-10, para avaliação de risco de disfagia. Resultados: Verificou-se que 70,1% dos indivíduos eram do sexo feminino com uma idade média de 81,22 ± 9,31 anos, identificando-se um risco de disfagia em 49,3% dos participantes. Ainda se verificou uma correlação significativa entre o Índice de Massa Corporal e risco de disfagia nosexo feminino (r = 0,989; p-value< 0,001), assim como uma correlação da idade como risco de disfagia no sexo feminino (r =0,431; p-value< 0,001), sem significância no sexo masculino. Conclusão: A pesquisa destaca a importância de novos estudo sque considerem uma abordagem mais abrangente, contemplando fatores como comorbilidades e impacto emocional. Essas investigações são fundamentais para a compreensão das necessidades deste grupo populacional, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento da disfagia. |
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